Edson Fachin é sucessor do ministro Barroso na presidência do Supremo. (Foto: Fellipe Sampaio/STF)
Ausente na posse do ministro Edson Fachin como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do ministro Alexandre de Moraes como vice-presidente, realizada na última segunda-feira (29), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, justificou sua ausência a aliados. Segundo ele, o motivo foi a coincidência da cerimônia com a data marcada para sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
Ainda segundo aliados, Tarcísio teria dito que, se a visita tivesse sido marcada para outra data, ele teria comparecido à posse de Edson Fachin. O governador negou, nessas conversas, que tenha feito um “gesto político” ao deixar de comparecer ao evento do Supremo. Informou também que, na manhã da segunda-feira, tinha compromissos em São Paulo e que só conseguiu viajar para Brasília no período da tarde.
Tarcísio também relatou a integrantes de seu governo que sua ausência não deve ser interpretada como um distanciamento institucional do STF. Segundo ele, quando há necessidade de tratar de questões relacionadas ao Estado de São Paulo, busca diálogo com o Supremo Tribunal Federal normalmente. Para representá-lo na posse, foram enviados a procuradora-geral do Estado, Inês dos Santos Coimbra, e o secretário de Governo, Gilberto Kassab.
O governador recordou ainda que, em junho deste ano, esteve presente em um evento em que Edson Fachin recebeu o Colar do Mérito Judiciário, concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Com isso, procurou reforçar que mantém interlocução institucional com o Judiciário.
Apesar das justificativas, a ausência de Tarcísio gerou repercussão nos bastidores políticos, especialmente após a presença de outros governadores identificados com o campo da direita na cerimônia no STF. Estiveram presentes, por exemplo, os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), o que intensificou as comparações e comentários nos bastidores políticos sobre a ausência do governador paulista. (Com informações da colunista Bela Megale, do jornal O Globo)
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A justificativa de Tarcísio sobre sua ausência na posse de Edson Fachin como presidente do Supremo
Edson Fachin é sucessor do ministro Barroso na presidência do Supremo. (Foto: Fellipe Sampaio/STF)
Ausente na posse do ministro Edson Fachin como presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do ministro Alexandre de Moraes como vice-presidente, realizada na última segunda-feira (29), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, justificou sua ausência a aliados. Segundo ele, o motivo foi a coincidência da cerimônia com a data marcada para sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
Ainda segundo aliados, Tarcísio teria dito que, se a visita tivesse sido marcada para outra data, ele teria comparecido à posse de Edson Fachin. O governador negou, nessas conversas, que tenha feito um “gesto político” ao deixar de comparecer ao evento do Supremo. Informou também que, na manhã da segunda-feira, tinha compromissos em São Paulo e que só conseguiu viajar para Brasília no período da tarde.
Tarcísio também relatou a integrantes de seu governo que sua ausência não deve ser interpretada como um distanciamento institucional do STF. Segundo ele, quando há necessidade de tratar de questões relacionadas ao Estado de São Paulo, busca diálogo com o Supremo Tribunal Federal normalmente. Para representá-lo na posse, foram enviados a procuradora-geral do Estado, Inês dos Santos Coimbra, e o secretário de Governo, Gilberto Kassab.
O governador recordou ainda que, em junho deste ano, esteve presente em um evento em que Edson Fachin recebeu o Colar do Mérito Judiciário, concedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Com isso, procurou reforçar que mantém interlocução institucional com o Judiciário.
Apesar das justificativas, a ausência de Tarcísio gerou repercussão nos bastidores políticos, especialmente após a presença de outros governadores identificados com o campo da direita na cerimônia no STF. Estiveram presentes, por exemplo, os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Cláudio Castro (Rio de Janeiro), Romeu Zema (Minas Gerais) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), o que intensificou as comparações e comentários nos bastidores políticos sobre a ausência do governador paulista. (Com informações da colunista Bela Megale, do jornal O Globo)
https://www.osul.com.br/a-justificativa-de-tarcisio-sobre-sua-ausencia-na-posse-de-edson-fachin-como-presidente-do-supremo/
A justificativa de Tarcísio sobre sua ausência na posse de Edson Fachin como presidente do Supremo
2025-10-01
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