Para aliado, as falas do ato na Avenida Paulista não serão impeditivo para Tarcísio articular com o STF. (Foto: Governo de SP)
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que passou a semana praticamente sem compromissos públicos e evitou postagens estridentes nas redes sociais, está de malas prontas para voltar a Brasília nesta segunda-feira (15).
Entre as reuniões que ainda estão sendo marcadas, ele deverá se encontrar com presidentes de partidos do centrão, como PL e o seu Republicanos, além do presidente da Câmara, Hugo Motta, também da sua legenda. A ideia de Tarcísio é intensificar a pressão pela anistia a Jair Bolsonaro, sobretudo após a sentença contra o ex-presidente. Nesse caso, o alvo principal será o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que já indicou ser contrário ao benefício.
Além de tratar de anistia, como já fizera na semana passada, o governador vai à capital federal com outra missão: atuar para evitar que Bolsonaro vá para a prisão em regime fechado e possa cumprir a pena em regime domiciliar.
Para essa tarefa, ele precisará restabelecer pontes com o Supremo Tribunal Federal (STF), após proferir duras falas contra o órgão na manifestação bolsonarista de 7 de Setembro, na Avenida Paulista. A Corte será responsável por avaliar o regime de cumprimento de pena.
– O mais importante para o Tarcísio hoje é impedir que o Bolsonaro vá para a Papuda. Ele está disposto a fazer qualquer acordo, pois deve isso ao Bolsonaro – afirma um parlamentar que esteve com o governador.
Para o aliado, as falas do ato na Avenida Paulista não serão impeditivo para Tarcísio articular com o STF.
– O governador não queima pontes em lugar nenhum, pois 30% do PIB do país estão aqui – opina o político, que pediu anonimato.
A Secretaria de Comunicação de São Paulo afirmou que a agenda de Tarcísio desta segunda ainda não está fechada, o que deverá ocorrer até o domingo.
Palanques
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), passou a compartilhar com aliados um novo plano para a sua sucessão caso seja candidato a presidente no ano que vem: filiar o vice-governador Felício Ramuth (PSD) ao seu partido e lançá-lo ao Palácio Bandeirantes com o próprio estando no cargo. Se for candidato ao Planalto, Tarcísio terá que renunciar até o dia 31 de março. (Com informações do portal O Globo)
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