Se confirmado o cenário desenhado até aqui, apenas três partidos terão direito a propaganda eleitoral para presidente no rádio e na TV. (Foto: Arquivo Agência Brasil)
A propaganda eleitoral gratuita só começa em 28 de agosto, mas os partidos que já apresentaram pré-candidatos à Presidência da República articulam apoio de legendas de centro para ampliar seu espaço no rádio e na televisão.
O cálculo leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.
Segundo a legislação eleitoral, 90% do tempo é distribuído proporcionalmente ao número de representantes na Câmara e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.
Também chamada de cláusula de desempenho, a regra estabelece que os partidos precisam atingir um percentual mínimo de votos válidos para a Câmara dos Deputados ou um número mínimo de deputados eleitos para ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na televisão e no rádio.
Os partidos do Centrão não devem compor a coligação do presidente Lula, mas a Federação Brasil da Esperança deve aumentar sua exposição no rádio e na TV com apoio de partidos da esquerda como PSB, PDT e a Federação PSOL Rede.
Com base nessa representatividade, a Federação União Progressista, formada entre União Brasil e PP, terá o maior tempo de propaganda na TV e no rádio.
Com uma bancada de 106 parlamentares, a agremiação deve dispor de 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total de 12 minutos e 30 segundos.
Na sequência aparecem PL, Federação PT, PCdoB e PV, MDB, PSD e Republicanos.
O cálculo foi realizado pelo cientista político Henrique Cardoso Oliveira, da Fundação 1º de Maio, e não considerou as inserções ao longo da programação, apenas o horário eleitoral gratuito.
Para contabilizar o tempo de propaganda para os candidatos à presidente, o estudo considerou as bancadas das eleições de 2022 e excluiu o partido Novo, que não alcançou a cláusula de desempenho naquele ano.
O tempo de propaganda no rádio e na televisão para candidatos a presidente vale apenas para o primeiro turno. No segundo turno, os candidatos têm espaços iguais.
Apoio do ‘Centrão’
Se confirmado o cenário desenhado até aqui, apenas três partidos terão direito a propaganda eleitoral para presidente no rádio e na TV.
Isso porque, dos partidos que já apresentaram pré-candidatos, apenas PT (Lula), PSD (Ronaldo Caiado) e PL (Flávio Bolsonaro) cumpriram a cláusula de barreira em 2022.
Novo (Romeu Zema), DC (Aldo Rebelo) e Missão (Renan Santos) não terão direito a propaganda eleitoral.
Dessa forma, a busca por mais espaço na TV e no rádio deve incentivar a disputa dos presidenciáveis por alianças com partidos do Centrão, que por terem grandes bancadas, podem aumentar a exposição dos partidos nos meios de comunicação.
Alianças
Em um cenário de aliança de Flávio Bolsonaro com União Brasil-PP e Republicanos, o tempo de propaganda saltaria de 2 minutos, 14 segundos e 98 centésimos para mais de 5 minutos.
Os partidos do Centrão não devem compor a coligação do presidente Lula, mas a Federação Brasil da Esperança deve aumentar sua exposição no rádio e na TV com apoio de partidos da esquerda como PSB, PDT e a Federação PSOL Rede.
Neste cenário, o tempo de propaganda subiria de 1 minuto e 59 segundos para pouco mais de 3 minutos. Com informações do portal G1.
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Tempo de rádio e TV abre disputa por apoio de partidos do “Centrão”; veja quanto tempo cada partido terá de propaganda para presidente
Se confirmado o cenário desenhado até aqui, apenas três partidos terão direito a propaganda eleitoral para presidente no rádio e na TV. (Foto: Arquivo Agência Brasil)
A propaganda eleitoral gratuita só começa em 28 de agosto, mas os partidos que já apresentaram pré-candidatos à Presidência da República articulam apoio de legendas de centro para ampliar seu espaço no rádio e na televisão.
O cálculo leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados.
Segundo a legislação eleitoral, 90% do tempo é distribuído proporcionalmente ao número de representantes na Câmara e os outros 10% igualmente entre os candidatos dos partidos que superaram a cláusula de barreira.
Também chamada de cláusula de desempenho, a regra estabelece que os partidos precisam atingir um percentual mínimo de votos válidos para a Câmara dos Deputados ou um número mínimo de deputados eleitos para ter acesso a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de propaganda na televisão e no rádio.
Os partidos do Centrão não devem compor a coligação do presidente Lula, mas a Federação Brasil da Esperança deve aumentar sua exposição no rádio e na TV com apoio de partidos da esquerda como PSB, PDT e a Federação PSOL Rede.
Com base nessa representatividade, a Federação União Progressista, formada entre União Brasil e PP, terá o maior tempo de propaganda na TV e no rádio.
Com uma bancada de 106 parlamentares, a agremiação deve dispor de 2 minutos 28 segundos e 19 centésimos, ou 20,78% do total de 12 minutos e 30 segundos.
Na sequência aparecem PL, Federação PT, PCdoB e PV, MDB, PSD e Republicanos.
O cálculo foi realizado pelo cientista político Henrique Cardoso Oliveira, da Fundação 1º de Maio, e não considerou as inserções ao longo da programação, apenas o horário eleitoral gratuito.
Para contabilizar o tempo de propaganda para os candidatos à presidente, o estudo considerou as bancadas das eleições de 2022 e excluiu o partido Novo, que não alcançou a cláusula de desempenho naquele ano.
O tempo de propaganda no rádio e na televisão para candidatos a presidente vale apenas para o primeiro turno. No segundo turno, os candidatos têm espaços iguais.
Apoio do ‘Centrão’
Se confirmado o cenário desenhado até aqui, apenas três partidos terão direito a propaganda eleitoral para presidente no rádio e na TV.
Isso porque, dos partidos que já apresentaram pré-candidatos, apenas PT (Lula), PSD (Ronaldo Caiado) e PL (Flávio Bolsonaro) cumpriram a cláusula de barreira em 2022.
Novo (Romeu Zema), DC (Aldo Rebelo) e Missão (Renan Santos) não terão direito a propaganda eleitoral.
Dessa forma, a busca por mais espaço na TV e no rádio deve incentivar a disputa dos presidenciáveis por alianças com partidos do Centrão, que por terem grandes bancadas, podem aumentar a exposição dos partidos nos meios de comunicação.
Alianças
Em um cenário de aliança de Flávio Bolsonaro com União Brasil-PP e Republicanos, o tempo de propaganda saltaria de 2 minutos, 14 segundos e 98 centésimos para mais de 5 minutos.
Os partidos do Centrão não devem compor a coligação do presidente Lula, mas a Federação Brasil da Esperança deve aumentar sua exposição no rádio e na TV com apoio de partidos da esquerda como PSB, PDT e a Federação PSOL Rede.
Neste cenário, o tempo de propaganda subiria de 1 minuto e 59 segundos para pouco mais de 3 minutos. Com informações do portal G1.
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