Embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares
Foto: Queli Curtinaz/SMSEG
embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares. (Foto: Queli Curtinaz/SMSEG)
Com mais de 3 mil câmeras em operação e a análise diária de 1,2 milhão de placas de veículos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico contribuem diretamente para a redução dos índices de criminalidade e para a recuperação de automóveis roubados ou furtados em Porto Alegre.
Segundo a prefeitura, embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares. Mantido pela Procempa, o videomonitoramento reúne 2,6 mil câmeras de alta definição espalhadas por vias principais, parques, cruzamentos estratégicos e áreas de maior vulnerabilidade. Os equipamentos fazem a vigilância em tempo real e armazenam imagens para investigações.
“O videomonitoramento é nossa capacidade de vigilância ampla”, afirmou o secretário municipal de Segurança, Alexandre Aragon. “Ele permite monitorar o fluxo da cidade, identificar situações de risco em andamento e fornece imagens claras para a investigação policial após a ocorrência de um crime”, explicou.
Já o cercamento eletrônico funciona como uma barreira ativa contra crimes envolvendo veículos. São 466 câmeras com leitura automática de placas instaladas em entradas e saídas de Porto Alegre, como pontes e rodovias.
O sistema verifica 1,2 milhão de veículos/dia, cruzando dados em bases estaduais e nacionais. “O cercamento eletrônico é uma solução de baixo custo e alta performance, que integra câmeras, aplicativos e inteligência para combater o crime”, disse a presidente da Procempa, Letícia Batistela.
O recurso funciona como um “portão virtual”. “Quando um veículo roubado ou envolvido em um crime passa por um desses pontos, o sistema cruza os dados com bancos de informações das polícias e envia um alerta imediato para as viaturas mais próximas”, explicou Aragon.
Conforme a prefeitura, o diferencial está na combinação das ferramentas. Um carro roubado pode ser detectado pelo cercamento eletrônico ao ingressar na cidade e, em seguida, ser acompanhado pelas câmeras urbanas até a abordagem policial.
Desse modo, 35% das recuperações de veículos roubados ou furtados em Porto Alegre tiveram participação direta da integração dos dois sistemas.
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Sistema com 3 mil câmeras monitora 1,2 milhão de veículos por dia em Porto Alegre
Embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares
Foto: Queli Curtinaz/SMSEG
embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares. (Foto: Queli Curtinaz/SMSEG)
Com mais de 3 mil câmeras em operação e a análise diária de 1,2 milhão de placas de veículos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico contribuem diretamente para a redução dos índices de criminalidade e para a recuperação de automóveis roubados ou furtados em Porto Alegre.
Segundo a prefeitura, embora parecidos, o videomonitoramento e o cercamento eletrônico desempenham funções diferentes e complementares. Mantido pela Procempa, o videomonitoramento reúne 2,6 mil câmeras de alta definição espalhadas por vias principais, parques, cruzamentos estratégicos e áreas de maior vulnerabilidade. Os equipamentos fazem a vigilância em tempo real e armazenam imagens para investigações.
“O videomonitoramento é nossa capacidade de vigilância ampla”, afirmou o secretário municipal de Segurança, Alexandre Aragon. “Ele permite monitorar o fluxo da cidade, identificar situações de risco em andamento e fornece imagens claras para a investigação policial após a ocorrência de um crime”, explicou.
Já o cercamento eletrônico funciona como uma barreira ativa contra crimes envolvendo veículos. São 466 câmeras com leitura automática de placas instaladas em entradas e saídas de Porto Alegre, como pontes e rodovias.
O sistema verifica 1,2 milhão de veículos/dia, cruzando dados em bases estaduais e nacionais. “O cercamento eletrônico é uma solução de baixo custo e alta performance, que integra câmeras, aplicativos e inteligência para combater o crime”, disse a presidente da Procempa, Letícia Batistela.
O recurso funciona como um “portão virtual”. “Quando um veículo roubado ou envolvido em um crime passa por um desses pontos, o sistema cruza os dados com bancos de informações das polícias e envia um alerta imediato para as viaturas mais próximas”, explicou Aragon.
Conforme a prefeitura, o diferencial está na combinação das ferramentas. Um carro roubado pode ser detectado pelo cercamento eletrônico ao ingressar na cidade e, em seguida, ser acompanhado pelas câmeras urbanas até a abordagem policial.
Desse modo, 35% das recuperações de veículos roubados ou furtados em Porto Alegre tiveram participação direta da integração dos dois sistemas.
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2025-10-02
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