Integrantes da Corte avaliaram que a repercussão do caso estaria associada à atuação de grupos opositores ao ministro. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) manifestaram apoio ao colega Alexandre de Moraes após a divulgação de reportagens que apontaram supostas pressões exercidas por ele sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em assuntos relacionados ao Banco Master. Em conversas reservadas, integrantes da Corte avaliaram que a repercussão do caso estaria associada à atuação de grupos opositores ao ministro e classificaram o episódio como desproporcional, utilizando expressões como “tempestade em copo d’água” para descrever a situação.
Segundo relatos desses magistrados, a Corte estaria sendo alvo de críticas que, na avaliação deles, não se sustentariam nos fatos apurados até o momento. A leitura predominante entre esses ministros é a de que o tema ganhou visibilidade em razão do histórico de embates envolvendo Moraes e setores políticos que se opõem às suas decisões no STF.
O ministro Dias Toffoli, relator no Supremo do inquérito que apura possíveis fraudes envolvendo o Banco Master, também recebeu manifestações de solidariedade de outros integrantes da Corte. A defesa ocorreu após a divulgação de informações de que, em novembro, Toffoli teria viajado a Lima, no Peru, para assistir à final da Copa Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, no mesmo voo particular utilizado por um advogado que atua na defesa de um dos diretores do Banco Master, instituição que posteriormente foi liquidada pelo Banco Central.
Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo informou que Alexandre de Moraes teria feito seis ligações telefônicas para Gabriel Galípolo, no mesmo dia, com o objetivo de obter informações sobre o andamento da operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Paralelamente, veio a público que a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, firmou contrato no valor de R$ 129 milhões para prestar serviços jurídicos ao Banco Master em Brasília, conforme revelado pelo jornal O Globo.
Alexandre de Moraes nega ter mantido contatos telefônicos com o presidente do Banco Central a respeito do tema. Em nota divulgada por sua assessoria, o ministro afirmou que se reuniu com Gabriel Galípolo em duas ocasiões, exclusivamente para tratar dos impactos da aplicação da Lei Magnitsky, que resultou em sanções contra ele, e não para discutir assuntos relacionados ao Banco Master. (Com informações da Coluna do Estadão/O Estado de S. Paulo)
https://www.osul.com.br/ministros-do-supremo-sairam-em-defesa-do-colega-alexandre-de-moraes/ Ministros do Supremo saíram em defesa do colega Alexandre de Moraes, após notícias da pressão exercida por ele sobre o presidente do Banco Central 2025-12-25
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Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo informou que Alexandre de Moraes teria feito seis ligações telefônicas para Gabriel Galípolo, no mesmo dia, com o objetivo de obter informações sobre o andamento da operação de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). Paralelamente, veio a público que a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, firmou contrato no valor de R$ 129 milhões para prestar serviços jurídicos ao Banco Master em Brasília, conforme revelado pelo jornal O Globo.
Alexandre de Moraes nega ter mantido contatos telefônicos com o presidente do Banco Central a respeito do tema. Em nota divulgada por sua assessoria, o ministro afirmou que se reuniu com Gabriel Galípolo em duas ocasiões, exclusivamente para tratar dos impactos da aplicação da Lei Magnitsky, que resultou em sanções contra ele, e não para discutir assuntos relacionados ao Banco Master. (Com informações da Coluna do Estadão/O Estado de S. Paulo)
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2025-12-25
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