“Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
“Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia como “uma piada” a postura moderada do senador e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL).
“É uma piada”, disse o ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos. “Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou.
Para o ministro, Flávio terá o “recall eleitoral” do sobrenome de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), mas será confrontado na campanha eleitoral com a “verdadeira face”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também tem reagido com ceticismo à mudança de comportamento de seu eventual adversário na disputa presidencial.
Segundo relatos, o petista tem avaliado que a tentativa do senador conservador de se apresentar como moderado não convencerá o eleitor.
E que o debate eleitoral e a propaganda televisiva servirão para desconstruir o discurso do senador de aceno a moderados e minorias.
O governo petista reconhece que a transferência de votos de Jair a Flávio, por causa do sobrenome, foi rápida, mas minimiza o resultado da última pesquisa Atlas/Bloomberg, com o senador empatado com o presidente no segundo turno.
Para assessores do presidente, Flávio ainda é uma novidade, por isso o destaque eleitoral, e ainda não foi exposto ao eleitorado.
Por isso, a avaliação no Palácio do Planalto tem sido a de que chegou o momento de Lula tratá-lo como um adversário, com críticas públicas, e não mais ignorá-lo.
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Ministro Guilherme Boulos diz que postura moderada do senador Flávio Bolsonaro é “uma piada”
“Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
“Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia como “uma piada” a postura moderada do senador e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio Bolsonaro (PL).
“É uma piada”, disse o ministro da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos. “Lobo em pele de cordeiro não convence”, acrescentou.
Para o ministro, Flávio terá o “recall eleitoral” do sobrenome de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), mas será confrontado na campanha eleitoral com a “verdadeira face”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também tem reagido com ceticismo à mudança de comportamento de seu eventual adversário na disputa presidencial.
Segundo relatos, o petista tem avaliado que a tentativa do senador conservador de se apresentar como moderado não convencerá o eleitor.
E que o debate eleitoral e a propaganda televisiva servirão para desconstruir o discurso do senador de aceno a moderados e minorias.
O governo petista reconhece que a transferência de votos de Jair a Flávio, por causa do sobrenome, foi rápida, mas minimiza o resultado da última pesquisa Atlas/Bloomberg, com o senador empatado com o presidente no segundo turno.
Para assessores do presidente, Flávio ainda é uma novidade, por isso o destaque eleitoral, e ainda não foi exposto ao eleitorado.
Por isso, a avaliação no Palácio do Planalto tem sido a de que chegou o momento de Lula tratá-lo como um adversário, com críticas públicas, e não mais ignorá-lo.
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