Para o ministro do STF, divulgação de informações neste momento poderia comprometer as investigações em curso. (Foto: Gustavo Moreno/STF)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça negou nesta semana dois pedidos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado no Senado para compartilhar informações sobre as investigações do Banco Master e da morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro.
Mendonça argumenta que as informações apuradas pela Operação Compliance Zero e as investigações sobre as fraudes do Master, sob sua relatoria no Supremo, ainda estão em curso e que há diligências pendentes.
Para o magistrado, a divulgação dos dados neste momento poderia comprometer as investigações. No entanto, ele deixa aberta a possibilidade de reavaliar o pedido no futuro, quando a fase de apuração estiver concluída.
Intimidação
Mourão era um dos homens de confiança do banqueiro Daniel Vorcaro, e recebeu o apelido de “Sicário”, que, segundo a própria PF, era condizente com as atividades que realizava para o dono do Banco Master.
O empregado seria o responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do banqueiro. Ele não chegou a cometer assassinatos, segundo a corporação, mas era responsável pelo núcleo de intimidação e obstrução à Justiça – batizado de “A Turma” em um grupo de WhatsApp encontrado no celular de Vorcaro.
Além disso, Mourão foi acusado de obter informações sigilosas mediante acesso indevido a sistemas da PF, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol. (Com informações do portal de notícias R7)
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Ministro do Supremo André Mendonça nega compartilhamento de dados sobre a morte de “Sicário” de Vorcaro com CPI
Para o ministro do STF, divulgação de informações neste momento poderia comprometer as investigações em curso. (Foto: Gustavo Moreno/STF)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça negou nesta semana dois pedidos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado no Senado para compartilhar informações sobre as investigações do Banco Master e da morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário” de Daniel Vorcaro.
Mendonça argumenta que as informações apuradas pela Operação Compliance Zero e as investigações sobre as fraudes do Master, sob sua relatoria no Supremo, ainda estão em curso e que há diligências pendentes.
Para o magistrado, a divulgação dos dados neste momento poderia comprometer as investigações. No entanto, ele deixa aberta a possibilidade de reavaliar o pedido no futuro, quando a fase de apuração estiver concluída.
Intimidação
Mourão era um dos homens de confiança do banqueiro Daniel Vorcaro, e recebeu o apelido de “Sicário”, que, segundo a própria PF, era condizente com as atividades que realizava para o dono do Banco Master.
O empregado seria o responsável pela obtenção de informações sigilosas, monitoramento de adversários e neutralização de situações consideradas sensíveis aos interesses do banqueiro. Ele não chegou a cometer assassinatos, segundo a corporação, mas era responsável pelo núcleo de intimidação e obstrução à Justiça – batizado de “A Turma” em um grupo de WhatsApp encontrado no celular de Vorcaro.
Além disso, Mourão foi acusado de obter informações sigilosas mediante acesso indevido a sistemas da PF, do Ministério Público Federal, do FBI e da Interpol. (Com informações do portal de notícias R7)
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