Wolney afirmou ainda que continua com a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “conter a crise”.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Wolney afirmou ainda que continua com a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “conter a crise”. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, afirmou nesta quinta-feira (18) que o governo Lula não tinha conhecimento sobre o envolvimento do número dois da pasta, Adroaldo Portal, no esquema de fraudes nas aposentadorias do INSS. Adroaldo foi preso pela manhã.
Segundo o ministro, o secretário-executivo foi exonerado logo após a nova fase da Operação Sem Desconto deflagrada nesta quinta-feira. “Nós não tínhamos qualquer informação real do envolvimento do Adroaldo com nenhum tipo de ato suspeito, ilícito”, disse Wolney, ao ser questionado se o governo sabia da eventual participação do servidor no esquema.
A secretaria-executiva ficou a cargo de Felipe Cavalcanti, agora ex-consultor jurídico da pasta e procurador federal de carreira. Ele foi apresentado por Wolney nesta quinta-feira.
Wolney afirmou ainda que continua com a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “conter a crise, cuidar dos aposentados e estabelecer a integridade e a governança no ministério”.
“Seguimos nessa mesma toada de buscar os responsáveis. Esse governo não protege ninguém, tanto que há ampla liberdade da CGU e da PF”, afirmou o ministro.
Wolney disse não saber de detalhes sobre a participação de Adroaldo em esquema de descontos associativos. Informou apenas que, antes da diligência contra o secretário-executivo, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, lhe informou que haveria o afastamento, mas sem detalhes sobre as suspeitas.
“A única informação que eu recebi foi do ministro Vinicius Carvalho, da CGU, me dando conhecimento que, naquele instante, estaria havendo uma fase da operação e que um dos alvos era o meu secretário-executivo e que estaria sendo pedido sua prisão domiciliar.”
Jornalista de formação, Adroaldo Portal já trabalhou no gabinete do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e em cargos do Congresso Nacional ligados a políticos do PDT. Weverton foi alvo de busca e apreensão na operação desta quinta-feira.
(Com informações do O Estado de S.Paulo)
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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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A secretaria-executiva ficou a cargo de Felipe Cavalcanti, agora ex-consultor jurídico da pasta e procurador federal de carreira. Ele foi apresentado por Wolney nesta quinta-feira.
Wolney afirmou ainda que continua com a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “conter a crise, cuidar dos aposentados e estabelecer a integridade e a governança no ministério”.
“Seguimos nessa mesma toada de buscar os responsáveis. Esse governo não protege ninguém, tanto que há ampla liberdade da CGU e da PF”, afirmou o ministro.
Wolney disse não saber de detalhes sobre a participação de Adroaldo em esquema de descontos associativos. Informou apenas que, antes da diligência contra o secretário-executivo, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, lhe informou que haveria o afastamento, mas sem detalhes sobre as suspeitas.
“A única informação que eu recebi foi do ministro Vinicius Carvalho, da CGU, me dando conhecimento que, naquele instante, estaria havendo uma fase da operação e que um dos alvos era o meu secretário-executivo e que estaria sendo pedido sua prisão domiciliar.”
Jornalista de formação, Adroaldo Portal já trabalhou no gabinete do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e em cargos do Congresso Nacional ligados a políticos do PDT. Weverton foi alvo de busca e apreensão na operação desta quinta-feira.
(Com informações do O Estado de S.Paulo)
https://www.osul.com.br/ministro-da-previdencia-diz-que-governo-nao-sabia-sobre-envolvimento-do-numero-2-na-fraude-do-inss/
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2025-12-18
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