A Meta está desenvolvendo um assistente de IA (inteligência artificial) altamente personalizado para realizar tarefas cotidianas para seus bilhões de usuários. (Foto: Reprodução)
A Meta está desenvolvendo um assistente de IA (inteligência artificial) altamente personalizado para realizar tarefas cotidianas para seus bilhões de usuários. A iniciativa ocorre em meio à desconfiança de investidores sobre seus gastos crescentes com a tecnologia.
Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, o assistente digital avançado será alimentado pelo novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark. Uma pessoa com conhecimento do projeto disse também que a ferramenta estava sendo testada internamente por um grupo de funcionários.
Outra fonte interna acrescentou que o objetivo era desenvolver um produto similar ao OpenClaw, que permite que usuários criem bots de IA, conhecidos como agentes, para completar tarefas de forma autônoma em seu nome.
A Meta gostaria de permitir que os usuários que desejassem pudessem compartilhar informações altamente sensíveis com seus agentes, como dados médicos e financeiros, disse uma das pessoas ouvidas pelo Financial Times. No entanto, alguns questionam se os consumidores estarão dispostos a fazer isso.
Zuckerberg continua investindo bilhões de dólares em infraestrutura e talentos de IA, mesmo enquanto planeja cortar 10% de sua força de trabalho.
A Meta anunciou, junto aos resultados do primeiro trimestre, que aumentaria seus gastos de capital em US$ 10 bilhões (R$ 49 bi), chegando a até US$ 145 bilhões (R$ 711,8 bi) este ano.
Entre outros projetos de IA da Meta, o FT reportou que a empresa está desenvolvendo personagens 3D fotorrealistas alimentados por IA com os quais os usuários podem interagir em tempo real —começando com um clone digital de Zuckerberg. O próprio chefe da Meta está envolvido no treinamento e teste de sua IA animada.
A Meta está construindo capacidades particularmente similares às do OpenClaw, um popular projeto de código aberto que permite aos usuários criar assistentes, tipicamente para automatizar tarefas como navegar na web e gerenciar emails ou calendários. A Meta tentou contratar o fundador do OpenClaw, Peter Steinberger, no início deste ano, mas ele acabou se juntando à OpenAI.
Zuckerberg disse na teleconferência de resultados do primeiro trimestre que o OpenClaw permanecia difícil de executar e operar para a maioria dos usuários. “Como você faz uma versão dessa experiência que seja muito mais polida, ajustada e fácil, e que tenha toda a infraestrutura basicamente pronta para as pessoas e que simplesmente funcione?”, disse ele.
Embora existam múltiplas ferramentas “agênticas” disponíveis no mercado, “não há muitas que eu daria para minha mãe usar”, acrescentou.
O OpenClaw, no entanto, enfrentou alegações sobre riscos de segurança e privacidade em casos onde os usuários concedem ao bot acesso a informações pessoais e a tecnologia sai do controle.
Em fevereiro, Summer Yue, diretora de segurança e alinhamento da Meta, viralizou quando escreveu no X que o OpenClaw havia começado a “deletar rapidamente” mensagens de sua caixa de entrada.
Zuckerberg também argumentou a favor de investir em IA que seja boa em compras, levantando a perspectiva de que capacidades de e-commerce serão um foco do assistente de IA da Meta.
Tanay Jaipuria, sócio da Wing Venture Capital e ex-gerente de produto da Meta, disse que embora o OpenClaw estivesse “capturando a imaginação das pessoas”, era improvável que o projeto de código aberto se tornasse um produto de mercado de massa.
Zuckerberg praticamente ignorou os pedidos dos investidores por mais clareza sobre o cronograma e formato de futuros modelos e produtos durante a conferência de resultados mais recente.
O chefe da Meta disse que, além de agentes pessoais, queria desenvolver agentes de negócios sofisticados para ajudar empreendedores a alcançar novos clientes, por exemplo.
Em dezembro, a Meta fechou um acordo de US$ 2 bilhões (R$ 9,8 bi) para comprar o grupo de IA agêntica Manus, fundado na China. No entanto, Pequim ordenou que a plataforma desfizesse a aquisição.
No longo prazo, a Meta também está investindo em robôs humanoides alimentados por IA. A empresa anunciou na semana passada que havia adquirido a Assured Robot Intelligence, startup que desenvolve IA para robôs.
Em uma postagem no X, o cofundador Xiaolong Wang disse que o grupo estava se juntando à Meta “para ajudar a trazer a superinteligência pessoal para o mundo físico”. As informações são do jornal Financial Times.
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Meta planeja assistente de inteligência artificial altamente personalizado para realizar tarefas cotidianas
A Meta está desenvolvendo um assistente de IA (inteligência artificial) altamente personalizado para realizar tarefas cotidianas para seus bilhões de usuários. (Foto: Reprodução)
A Meta está desenvolvendo um assistente de IA (inteligência artificial) altamente personalizado para realizar tarefas cotidianas para seus bilhões de usuários. A iniciativa ocorre em meio à desconfiança de investidores sobre seus gastos crescentes com a tecnologia.
Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, o assistente digital avançado será alimentado pelo novo modelo de IA da empresa, o Muse Spark. Uma pessoa com conhecimento do projeto disse também que a ferramenta estava sendo testada internamente por um grupo de funcionários.
Outra fonte interna acrescentou que o objetivo era desenvolver um produto similar ao OpenClaw, que permite que usuários criem bots de IA, conhecidos como agentes, para completar tarefas de forma autônoma em seu nome.
A Meta gostaria de permitir que os usuários que desejassem pudessem compartilhar informações altamente sensíveis com seus agentes, como dados médicos e financeiros, disse uma das pessoas ouvidas pelo Financial Times. No entanto, alguns questionam se os consumidores estarão dispostos a fazer isso.
Zuckerberg continua investindo bilhões de dólares em infraestrutura e talentos de IA, mesmo enquanto planeja cortar 10% de sua força de trabalho.
A Meta anunciou, junto aos resultados do primeiro trimestre, que aumentaria seus gastos de capital em US$ 10 bilhões (R$ 49 bi), chegando a até US$ 145 bilhões (R$ 711,8 bi) este ano.
Entre outros projetos de IA da Meta, o FT reportou que a empresa está desenvolvendo personagens 3D fotorrealistas alimentados por IA com os quais os usuários podem interagir em tempo real —começando com um clone digital de Zuckerberg. O próprio chefe da Meta está envolvido no treinamento e teste de sua IA animada.
A Meta está construindo capacidades particularmente similares às do OpenClaw, um popular projeto de código aberto que permite aos usuários criar assistentes, tipicamente para automatizar tarefas como navegar na web e gerenciar emails ou calendários. A Meta tentou contratar o fundador do OpenClaw, Peter Steinberger, no início deste ano, mas ele acabou se juntando à OpenAI.
Zuckerberg disse na teleconferência de resultados do primeiro trimestre que o OpenClaw permanecia difícil de executar e operar para a maioria dos usuários. “Como você faz uma versão dessa experiência que seja muito mais polida, ajustada e fácil, e que tenha toda a infraestrutura basicamente pronta para as pessoas e que simplesmente funcione?”, disse ele.
Embora existam múltiplas ferramentas “agênticas” disponíveis no mercado, “não há muitas que eu daria para minha mãe usar”, acrescentou.
O OpenClaw, no entanto, enfrentou alegações sobre riscos de segurança e privacidade em casos onde os usuários concedem ao bot acesso a informações pessoais e a tecnologia sai do controle.
Em fevereiro, Summer Yue, diretora de segurança e alinhamento da Meta, viralizou quando escreveu no X que o OpenClaw havia começado a “deletar rapidamente” mensagens de sua caixa de entrada.
Zuckerberg também argumentou a favor de investir em IA que seja boa em compras, levantando a perspectiva de que capacidades de e-commerce serão um foco do assistente de IA da Meta.
Tanay Jaipuria, sócio da Wing Venture Capital e ex-gerente de produto da Meta, disse que embora o OpenClaw estivesse “capturando a imaginação das pessoas”, era improvável que o projeto de código aberto se tornasse um produto de mercado de massa.
Zuckerberg praticamente ignorou os pedidos dos investidores por mais clareza sobre o cronograma e formato de futuros modelos e produtos durante a conferência de resultados mais recente.
O chefe da Meta disse que, além de agentes pessoais, queria desenvolver agentes de negócios sofisticados para ajudar empreendedores a alcançar novos clientes, por exemplo.
Em dezembro, a Meta fechou um acordo de US$ 2 bilhões (R$ 9,8 bi) para comprar o grupo de IA agêntica Manus, fundado na China. No entanto, Pequim ordenou que a plataforma desfizesse a aquisição.
No longo prazo, a Meta também está investindo em robôs humanoides alimentados por IA. A empresa anunciou na semana passada que havia adquirido a Assured Robot Intelligence, startup que desenvolve IA para robôs.
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