Lula havia afirmado que “dificilmente” deixará de disputar um novo mandato. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, reforçou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será candidato à reeleição neste ano. A declaração ocorre após Lula afirmar, na véspera, que “dificilmente” deixará de disputar um novo mandato, embora tenha evitado confirmar oficialmente a candidatura antes da realização da convenção do partido, prevista para julho.
“Ele (Lula) fez uma fala de quem valoriza a convenção partidária. Ele pensa que a convenção que tem que decidir, mas claro que o presidente Lula é candidato”, disse Edinho em coletiva de imprensa após jantar com empresários promovido pelo grupo Esfera, em São Paulo (SP). O dirigente também destacou o papel político do presidente no cenário atual. “Penso que ele hoje é a liderança mais preparada para que o Brasil enfrente essa turbulência internacional.”
Durante a entrevista, Edinho Silva também abordou temas relacionados às disputas eleitorais estaduais, especialmente em São Paulo e no Rio Grande do Sul. No caso paulista, mencionou a disputa interna no campo progressista pela segunda vaga ao Senado, envolvendo os ex-ministros Marina Silva e Márcio França. Segundo ele, a responsabilidade pela condução desse processo caberá ao ex-ministro e pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad (PT).
“Penso que Fernando Haddad vai conduzir esse processo. Tem que ser conduzido por ele. E ele habilidoso e preparado como é, vai equacionar para que tenhamos chapa forte em São Paulo”, afirmou Edinho. Ele acrescentou ainda que, caso não sejam escolhidos como candidatos ao Senado, Marina e França não necessariamente ocuparão a posição de vice na chapa de Haddad, indicando que outras composições ainda podem ser avaliadas.
No cenário do Rio Grande do Sul, o dirigente destacou a importância da unidade entre partidos do campo democrático. Ele mencionou a decisão do ex-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto (PT), que desistiu de sua candidatura ao governo estadual em favor da ex-deputada Juliana Brizola (PDT).
“Nesse momento, entendemos que a unidade do campo democrático no Rio Grande do Sul é fundamental, não só para construção das condições políticas para que a gente possa ganhar, mas também para dar sustentação à candidatura do presidente Lula”, declarou Edinho. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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Lula é confirmado como candidato a reeleição
Lula havia afirmado que “dificilmente” deixará de disputar um novo mandato. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, reforçou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será candidato à reeleição neste ano. A declaração ocorre após Lula afirmar, na véspera, que “dificilmente” deixará de disputar um novo mandato, embora tenha evitado confirmar oficialmente a candidatura antes da realização da convenção do partido, prevista para julho.
“Ele (Lula) fez uma fala de quem valoriza a convenção partidária. Ele pensa que a convenção que tem que decidir, mas claro que o presidente Lula é candidato”, disse Edinho em coletiva de imprensa após jantar com empresários promovido pelo grupo Esfera, em São Paulo (SP). O dirigente também destacou o papel político do presidente no cenário atual. “Penso que ele hoje é a liderança mais preparada para que o Brasil enfrente essa turbulência internacional.”
Durante a entrevista, Edinho Silva também abordou temas relacionados às disputas eleitorais estaduais, especialmente em São Paulo e no Rio Grande do Sul. No caso paulista, mencionou a disputa interna no campo progressista pela segunda vaga ao Senado, envolvendo os ex-ministros Marina Silva e Márcio França. Segundo ele, a responsabilidade pela condução desse processo caberá ao ex-ministro e pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad (PT).
“Penso que Fernando Haddad vai conduzir esse processo. Tem que ser conduzido por ele. E ele habilidoso e preparado como é, vai equacionar para que tenhamos chapa forte em São Paulo”, afirmou Edinho. Ele acrescentou ainda que, caso não sejam escolhidos como candidatos ao Senado, Marina e França não necessariamente ocuparão a posição de vice na chapa de Haddad, indicando que outras composições ainda podem ser avaliadas.
No cenário do Rio Grande do Sul, o dirigente destacou a importância da unidade entre partidos do campo democrático. Ele mencionou a decisão do ex-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto (PT), que desistiu de sua candidatura ao governo estadual em favor da ex-deputada Juliana Brizola (PDT).
“Nesse momento, entendemos que a unidade do campo democrático no Rio Grande do Sul é fundamental, não só para construção das condições políticas para que a gente possa ganhar, mas também para dar sustentação à candidatura do presidente Lula”, declarou Edinho. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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