A empresa Sultepa é a responsável pela execução da readequação de meio-fio e calçadas, pavimentação, proteção e contenção dos taludes
Foto: Reprodução/Googleview
. (Foto: Reprodução/Googleview)
Nesta segunda-feira (21), a prefeitura de Porto Alegre deu início às obras de requalificação do corredor humanitário, trecho que liga a avenida Castelo Branco à elevada da Conceição.
Próximo à Estação Rodoviária, o corredor tem 400 metros de extensão e tornou-se um marco histórico da cidade durante a enchente de 2024. O prefeito Sebastião Melo e o secretário de Obras e Infraestrutura, André Flores, entre outros gestores municipais, vistoriaram o local nesta manhã.
A empresa Sultepa é a responsável pela execução da readequação de meio-fio e calçadas, pavimentação, proteção e contenção dos taludes, além da drenagem da via, com os serviços estimados em R$ 1,4 milhão. O trabalho é coordenado pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura.
“O corredor humanitário foi uma importante tomada de decisão durante a enchente para garantirmos o acesso à cidade, o transporte de alimentos, de remédios, o resgate e acolhimento da população. Agora, iremos qualificar a estrutura com a recuperação do talude e do asfalto para garantirmos mais segurança e melhoria da mobilidade para quem passa de carro, de ônibus ou a pé. A obra vai ficar como um legado definitivo para a cidade”, disse o prefeito Sebastião Melo.
Etapas
As intervenções iniciam com a remoção do canteiro central e a realocação de meios-fios entre a avenida Júlio de Castilhos e a rua da Conceição, na parte baixa. O realinhamento da via junto ao pé do talude oferecerá mais mobilidade a pedestres e automóveis. Ainda está prevista a pavimentação do local, além de o alargamento da via e novo calçamento próximo à escadaria da antiga passarela. Haverá bloqueio parcial da via.
A partir de 28 de julho, começam os trabalhos na parte superior, no lado esquerdo, onde foi construído o corredor humanitário. No primeiro momento, serão executados os serviços de corte e raspagem da atual pavimentação para a correção de elevações e inclinações no trecho. O trânsito de veículos ficará em meia pista.
“O corredor humanitário foi a primeira grande obra de reconstrução da cidade ainda durante a enchente. Foi um grande trabalho de mobilização de muitas pessoas. Aquela solução provisória agora será permanente. A reconstrução vai qualificar a mobilidade e a segurança de todos”, explica o titular da Smoi, André Flores.
Após, as equipes realizam o retaludamento do talude com a instalação de colchão reno, uma espécie de tela em formato de gaiola, e a armação da manta asfáltica impermeabilizante. A etapa é finalizada com o acabamento de gramas, a colocação de contenção lateral com barreiras de concreto New-Jersey. e a repavimentação.
Com isso concluído, a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) e a SMSurb (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) providenciam a pintura, a sinalização e a recolocação dos postes de iluminação. Cada etapa na parte superior deve levar cerca de 25 dias. Paralelo a requalificação do corredor, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos realiza obras entre a saída da avenida Castelo Branco e rua da Conceição.
As intervenções na região têm o apoio das Secretarias Municipais de Mobilidade Urbana, de SMAS (Serviços Urbanos, de Assistência Social), além da Empresa Pública de Transporte e Circulação.
Histórico
No dia 8 de maio de 2024, quando a cidade já sofria com a enchente, uma outra crise se evidenciava: o desabastecimento de suprimentos e de serviços essenciais. Nesse dia, a prefeitura decidiu construir o corredor humanitário.
Um grande aterro foi construído em pouco mais de 24h. Entretanto, caminhões de grande porte ainda não conseguiam chegar a Porto Alegre pois a passarela da Estação Rodoviária impedia.
Na sexta-feira, 10 de maio, às 8h30, a passarela, na rua da Conceição, foi demolida para permitir a entrada de todos os tipos de veículos. À época, mais de 100 profissionais e 65 máquinas foram mobilizadas na retirada dos entulhos da passarela.
A partir dali, foi possível agilizar o abastecimento dos serviços essenciais da cidade, como oxigênio, limpeza urbana, água, alimentos e equipamentos de emergência.
Outros dois corredores humanitários foram construídos na cidade: na avenida Assis Brasil, entre a Fiergs e a Freeway, e nas imediações da Estação Rodoviária, permitindo acesso de saída da Capital via Castelo Branco.
Trânsito
Para garantir a segurança viária durante a realização dos trabalhos e minimizar os impactos no tráfego, os agentes e a Central de Videomonitoramento e Controle da Mobilidade da EPTC vão acompanhar a circulação, orientar os motoristas e, se necessário, realizar ajustes na operação.
A EPTC recomenda que os motoristas utilizem rotas alternativas para evitar engarrafamentos, como a avenida Farrapos, para quem chega pela BR-116 ou pelo interior do Estado, a partir da ponte do Guaíba.
Já os condutores oriundos da BR-448 deverão optar pela BR-290 (Freeway), sentido Litoral, e acessar a avenida dos Estados em direção ao Aeroporto Salgado Filho. A partir daí, será possível seguir pela avenida dos Estados em direção à Terceira Perimetral (zonas Sul e Leste) ou pela avenida Farrapos, no sentido do Centro.
Para quem vem do litoral pela BR-290 (Freeway), a orientação será também utilizar a avenida dos Estados e Farrapos em direção ao Centro.
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Próximo à Estação Rodoviária, o corredor tem 400 metros de extensão e tornou-se um marco histórico da cidade durante a enchente de 2024. O prefeito Sebastião Melo e o secretário de Obras e Infraestrutura, André Flores, entre outros gestores municipais, vistoriaram o local nesta manhã.
A empresa Sultepa é a responsável pela execução da readequação de meio-fio e calçadas, pavimentação, proteção e contenção dos taludes, além da drenagem da via, com os serviços estimados em R$ 1,4 milhão. O trabalho é coordenado pela Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura.
“O corredor humanitário foi uma importante tomada de decisão durante a enchente para garantirmos o acesso à cidade, o transporte de alimentos, de remédios, o resgate e acolhimento da população. Agora, iremos qualificar a estrutura com a recuperação do talude e do asfalto para garantirmos mais segurança e melhoria da mobilidade para quem passa de carro, de ônibus ou a pé. A obra vai ficar como um legado definitivo para a cidade”, disse o prefeito Sebastião Melo.
Etapas
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A partir de 28 de julho, começam os trabalhos na parte superior, no lado esquerdo, onde foi construído o corredor humanitário. No primeiro momento, serão executados os serviços de corte e raspagem da atual pavimentação para a correção de elevações e inclinações no trecho. O trânsito de veículos ficará em meia pista.
“O corredor humanitário foi a primeira grande obra de reconstrução da cidade ainda durante a enchente. Foi um grande trabalho de mobilização de muitas pessoas. Aquela solução provisória agora será permanente. A reconstrução vai qualificar a mobilidade e a segurança de todos”, explica o titular da Smoi, André Flores.
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Com isso concluído, a EPTC (Empresa Pública de Transporte e Circulação) e a SMSurb (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) providenciam a pintura, a sinalização e a recolocação dos postes de iluminação. Cada etapa na parte superior deve levar cerca de 25 dias. Paralelo a requalificação do corredor, a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos realiza obras entre a saída da avenida Castelo Branco e rua da Conceição.
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Histórico
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Outros dois corredores humanitários foram construídos na cidade: na avenida Assis Brasil, entre a Fiergs e a Freeway, e nas imediações da Estação Rodoviária, permitindo acesso de saída da Capital via Castelo Branco.
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