Em seu desabafo, Jair Renan contou também sobre a angústia de não ter podido oferecer apoio emocional ao pai antes da cirurgia. (Foto: Reprodução)
O vereador Jair Renan, filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro, fez um desabafo emocionado neste sábado (27/12) após chegar ao hospital DF Star, em Brasília (DF). Segundo ele, ao chegar à instituição, se deparou com os médicos levando o pai às pressas para um procedimento cirúrgico e não conseguiu estar ao lado dele em um momento que definiu como “crítico”.
“Vim ao hospital para visitar meu pai e, assim que cheguei, me deparei com os médicos levando-o às pressas para a cirurgia. Tentei acompanhá-lo, estar ao seu lado, dar força como filho, mas não permitiram,” relatou Jair Renan, visivelmente emocionado.
O vereador não poupou críticas à forma como a situação foi conduzida e expressou o quanto se sentiu impotente diante do momento delicado. “Estou com o coração na mão. É muita maldade impedir um filho de acompanhar o próprio pai em um momento tão crítico. No lugar do carinho e da presença da família, dois policiais armados estão, neste exato momento, acompanhando meu pai. Dói demais ver essa crueldade com um homem tão bom”, disse, ressaltando a frustração e a dor de não poder estar próximo de Bolsonaro.
Em seu desabafo, Jair Renan contou também sobre a angústia de não ter podido oferecer apoio emocional ao pai antes da cirurgia. “É um momento que jamais deveria ser vivido por uma família. Ver meu pai sendo levado sem que eu pudesse sequer segurar sua mão é uma dor que não consigo descrever. Como filho, a única coisa que eu queria era estar ao lado dele, dar força, demonstrar carinho e apoio. Mas não permitiram. Senti um vazio enorme”, afirmou.
A repercussão do episódio se espalhou rapidamente nas redes sociais. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho Carlos também compartilharam a notícia, pedindo novas orações aos apoiadores da família e reforçando a necessidade de união e solidariedade nesse momento delicado. A publicação gerou uma onda de mensagens de apoio, comentários de seguidores e manifestações de preocupação com o estado de saúde do ex-presidente.
O caso reacendeu debates sobre privacidade e o acesso da família em situações médicas de emergência, levantando questionamentos sobre protocolos hospitalares e direitos familiares em momentos de crise. Especialistas afirmam que, embora a segurança e a urgência de procedimentos médicos sejam prioritárias, há casos em que a presença de familiares pode ter impacto psicológico positivo sobre o paciente.
Fontes próximas à família relatam que o clima no hospital é de tensão e apreensão. Amigos e aliados políticos também manifestaram solidariedade, e o episódio trouxe à tona a vulnerabilidade e os riscos enfrentados por ex-presidentes e figuras públicas em situações críticas de saúde.
Enquanto isso, apoiadores de Bolsonaro reforçaram mensagens de fé e esperança, pedindo que orações e pensamentos positivos sejam enviados ao ex-presidente. A família, por sua vez, continua acompanhando de perto cada atualização médica, mantendo contato constante com a equipe do hospital e aguardando notícias sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Com informações do portal Terra.
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Impedido de acompanhar o pai em cirurgia, Jair Renan abre o jogo sobre momento crítico de Bolsonaro
Em seu desabafo, Jair Renan contou também sobre a angústia de não ter podido oferecer apoio emocional ao pai antes da cirurgia. (Foto: Reprodução)
O vereador Jair Renan, filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro, fez um desabafo emocionado neste sábado (27/12) após chegar ao hospital DF Star, em Brasília (DF). Segundo ele, ao chegar à instituição, se deparou com os médicos levando o pai às pressas para um procedimento cirúrgico e não conseguiu estar ao lado dele em um momento que definiu como “crítico”.
“Vim ao hospital para visitar meu pai e, assim que cheguei, me deparei com os médicos levando-o às pressas para a cirurgia. Tentei acompanhá-lo, estar ao seu lado, dar força como filho, mas não permitiram,” relatou Jair Renan, visivelmente emocionado.
O vereador não poupou críticas à forma como a situação foi conduzida e expressou o quanto se sentiu impotente diante do momento delicado. “Estou com o coração na mão. É muita maldade impedir um filho de acompanhar o próprio pai em um momento tão crítico. No lugar do carinho e da presença da família, dois policiais armados estão, neste exato momento, acompanhando meu pai. Dói demais ver essa crueldade com um homem tão bom”, disse, ressaltando a frustração e a dor de não poder estar próximo de Bolsonaro.
Em seu desabafo, Jair Renan contou também sobre a angústia de não ter podido oferecer apoio emocional ao pai antes da cirurgia. “É um momento que jamais deveria ser vivido por uma família. Ver meu pai sendo levado sem que eu pudesse sequer segurar sua mão é uma dor que não consigo descrever. Como filho, a única coisa que eu queria era estar ao lado dele, dar força, demonstrar carinho e apoio. Mas não permitiram. Senti um vazio enorme”, afirmou.
A repercussão do episódio se espalhou rapidamente nas redes sociais. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o filho Carlos também compartilharam a notícia, pedindo novas orações aos apoiadores da família e reforçando a necessidade de união e solidariedade nesse momento delicado. A publicação gerou uma onda de mensagens de apoio, comentários de seguidores e manifestações de preocupação com o estado de saúde do ex-presidente.
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Enquanto isso, apoiadores de Bolsonaro reforçaram mensagens de fé e esperança, pedindo que orações e pensamentos positivos sejam enviados ao ex-presidente. A família, por sua vez, continua acompanhando de perto cada atualização médica, mantendo contato constante com a equipe do hospital e aguardando notícias sobre o estado de saúde de Bolsonaro. Com informações do portal Terra.
https://www.osul.com.br/impedido-de-acompanhar-o-pai-em-cirurgia-jair-renan-abre-o-jogo-sobre-momento-critico-de-bolsonaro/
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2025-12-27
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