O ministro do Turismo, Celso Sabino anunciou que deixará o cargo nesta semana. (Foto: Divulgação)
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um momento de tensão política, marcado pela saída de aliados do Centrão e pelo avanço de projetos que o Executivo tenta frear, como a anistia a condenados pelos atos de 8 de Janeiro. O ministro do Turismo, Celso Sabino anunciou que deixará o cargo nesta semana. Filiado ao União Brasil, Sabino comunicou sua decisão ao presidente Lula após reunião de cerca de uma hora e meia no Palácio da Alvorada. A saída atende a uma determinação do partido, que deu 24 horas para que filiados deixassem cargos no governo sob risco de expulsão.
A medida agiliza a votação do projeto no plenário, sem passar por comissões, e abre espaço para negociações sobre a redução de penas, possivelmente incluindo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a mais de 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A aprovação da urgência contou com 311 votos a favor, 163 contra e 7 abstenções, incluindo apoio de setores do Centrão e de parlamentares bolsonaristas. Os aliados de Bolsonaro agora brigam por uma anistia “ampla, geral e irrestrita”, que pode reabilitar o antecessor de Lula para a disputa eleitoral do ano que vem.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por pautar o projeto, defendeu que a decisão caberia ao plenário, destacando a necessidade de pacificação nacional. Ao mesmo tempo, líderes do PT e do governo Lula buscaram minimizar os efeitos políticos da medida, mas já preveem desgaste diante da mobilização de aliados de Bolsonaro — mesmo aqueles cotados à Presidência de 2026, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que defende uma anistia ampla.
A situação se deteriorou devido à aprovação, na semana passada, da PEC da Blindagem, que aumenta a proteção legal de parlamentares e presidentes de partidos contra investigações e prisões. O governo se posicionou contra a medida, mas liberou o voto da bancada, gerando constrangimento interno. Segundo o presidente Lula, a PEC é “desagradável” e, se fosse deputado, ele teria votado contra.
A situação se deteriorou devido à aprovação, na semana passada, da PEC da Blindagem, que aumenta a proteção legal de parlamentares e presidentes de partidos contra investigações e prisões. O governo se posicionou contra a medida, mas liberou o voto da bancada, gerando constrangimento interno. Segundo o presidente Lula, a PEC é “desagradável” e, se fosse deputado, ele teria votado contra. Com informações do portal Jovem Pan.
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Governo perde ministro do Centrão, vê anistia avançar e se distancia do Congresso
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O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por pautar o projeto, defendeu que a decisão caberia ao plenário, destacando a necessidade de pacificação nacional. Ao mesmo tempo, líderes do PT e do governo Lula buscaram minimizar os efeitos políticos da medida, mas já preveem desgaste diante da mobilização de aliados de Bolsonaro — mesmo aqueles cotados à Presidência de 2026, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que defende uma anistia ampla.
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A situação se deteriorou devido à aprovação, na semana passada, da PEC da Blindagem, que aumenta a proteção legal de parlamentares e presidentes de partidos contra investigações e prisões. O governo se posicionou contra a medida, mas liberou o voto da bancada, gerando constrangimento interno. Segundo o presidente Lula, a PEC é “desagradável” e, se fosse deputado, ele teria votado contra. Com informações do portal Jovem Pan.
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2025-09-21
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