“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio”, disse Flávio.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio”, disse Flávio. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) disse que é hora de prestar solidariedade ao seu pai e citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como exemplo.
“Este não é o momento de tratar Bolsonaro como carta fora do baralho, nem de fazer festa. Agora é hora de prestar solidariedade a Bolsonaro, como já fez Tarcísio ao visitá-lo e ao dar declarações públicas em sua defesa”, afirmou o senador.
“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio. Desconheço algum candidato à Presidência que tenha obtido sucesso ao antecipar tanto assim a disputa. Normalmente, ninguém aguenta tanto tempo de fritura e acaba se queimando”, avaliou Flávio.
A postura do senador contrasta com a do irmão, Eduardo Bolsonaro, que abriu artilharia contra Tarcísio. O deputado pretende sair do PL e se lançar à Presidência caso o governador migre para o partido com o objetivo de concorrer ao Palácio do Planalto.
“O fato é que, se Bolsonaro não ficar elegível e decidir apoiar um candidato diferente dos que estão na mesa hoje, qualquer um que esteja se colocando agora só terá dois caminhos: desistir da candidatura ou apoiar o candidato escolhido por Bolsonaro no segundo turno”, concluiu Flávio.
Monitoramento
Um dia depois da determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para monitoramento em tempo integral do ex-presidente Jair Bolsonaro, policiais penais do Distrito Federal se revezavam em frente à sua casa, em Brasília.
Pela manhã, agentes à paisana chegaram a controlar o acesso de quem entrava no condomínio fechado onde o ex-presidente mora. Desde o início da tarde, três policiais permanecem em uma viatura descaracterizada em frente à residência do ex-mandatário.
No interior do condomínio Solar de Brasília, no bairro Jardim Botânico, havia pouca movimentação durante a tarde desta quarta-feira. A rua onde fica a casa não foi interditada pela equipe de segurança do residencial, a exemplo do que aconteceu em dias de outras decisões de Moraes. Para acessar o local, porém, é preciso se identificar nas guaritas de entrada ao seguranças do próprio condomínio.
A prisão domiciliar de Bolsonaro tem sido alvo de queixas de vizinhos pela intensa movimentação que levou ao condomínio. No início do mês, quando a medida foi determinada por Moraes, houve manifestações de apoiadores em frente ao local.
Na ocasião, moradores relataram dificuldades para acessar o condomínio em um grupo de WhatsApp chamado “Assuntos Gerais Solar BSB”,: “Tá uma loucura aqui fora!! Quero chegar em casa. Buzinaço, polícia, corneta, um inferno”, disse um. Na sequência, outra pessoa respondeu: “Eu só quero chegar em casa. O trânsito não anda”.
A administração do condomínio tem reforçado o controle de acesso e já emitiu comunicados por episódios relacionados à prisão domiciliar de Bolsonaro. Um deles para restringir o sobrevoo de drones no local e o outro para negar a possibilidade de expulsão de moradores, aventado em um dos grupos de WhatsApp.
Vizinhos relataram que a movimentação ao redor da casa de Bolsonaro voltou a ser alvo de queixas no grupo do condomínio após a decisão de Moraes pela vigilância 24 horas. (Com informações do blog da Bela Megale, no jornal O Globo)
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Flávio Bolsonaro diz que não é momento de tratar o seu pai como “carta fora do baralho”
“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio”, disse Flávio.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio”, disse Flávio. (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-SP) disse que é hora de prestar solidariedade ao seu pai e citou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como exemplo.
“Este não é o momento de tratar Bolsonaro como carta fora do baralho, nem de fazer festa. Agora é hora de prestar solidariedade a Bolsonaro, como já fez Tarcísio ao visitá-lo e ao dar declarações públicas em sua defesa”, afirmou o senador.
“Tem muita água pra passar debaixo da ponte. A eleição só será daqui a um ano e meio. Desconheço algum candidato à Presidência que tenha obtido sucesso ao antecipar tanto assim a disputa. Normalmente, ninguém aguenta tanto tempo de fritura e acaba se queimando”, avaliou Flávio.
A postura do senador contrasta com a do irmão, Eduardo Bolsonaro, que abriu artilharia contra Tarcísio. O deputado pretende sair do PL e se lançar à Presidência caso o governador migre para o partido com o objetivo de concorrer ao Palácio do Planalto.
“O fato é que, se Bolsonaro não ficar elegível e decidir apoiar um candidato diferente dos que estão na mesa hoje, qualquer um que esteja se colocando agora só terá dois caminhos: desistir da candidatura ou apoiar o candidato escolhido por Bolsonaro no segundo turno”, concluiu Flávio.
Monitoramento
Um dia depois da determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para monitoramento em tempo integral do ex-presidente Jair Bolsonaro, policiais penais do Distrito Federal se revezavam em frente à sua casa, em Brasília.
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No interior do condomínio Solar de Brasília, no bairro Jardim Botânico, havia pouca movimentação durante a tarde desta quarta-feira. A rua onde fica a casa não foi interditada pela equipe de segurança do residencial, a exemplo do que aconteceu em dias de outras decisões de Moraes. Para acessar o local, porém, é preciso se identificar nas guaritas de entrada ao seguranças do próprio condomínio.
A prisão domiciliar de Bolsonaro tem sido alvo de queixas de vizinhos pela intensa movimentação que levou ao condomínio. No início do mês, quando a medida foi determinada por Moraes, houve manifestações de apoiadores em frente ao local.
Na ocasião, moradores relataram dificuldades para acessar o condomínio em um grupo de WhatsApp chamado “Assuntos Gerais Solar BSB”,: “Tá uma loucura aqui fora!! Quero chegar em casa. Buzinaço, polícia, corneta, um inferno”, disse um. Na sequência, outra pessoa respondeu: “Eu só quero chegar em casa. O trânsito não anda”.
A administração do condomínio tem reforçado o controle de acesso e já emitiu comunicados por episódios relacionados à prisão domiciliar de Bolsonaro. Um deles para restringir o sobrevoo de drones no local e o outro para negar a possibilidade de expulsão de moradores, aventado em um dos grupos de WhatsApp.
Vizinhos relataram que a movimentação ao redor da casa de Bolsonaro voltou a ser alvo de queixas no grupo do condomínio após a decisão de Moraes pela vigilância 24 horas. (Com informações do blog da Bela Megale, no jornal O Globo)
https://www.osul.com.br/flavio-bolsonaro-diz-que-nao-e-momento-de-tratar-o-seu-pai-como-carta-fora-do-baralho/
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