A Polícia Federal realizou nesta quarta operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
A Polícia Federal realizou nesta quarta operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master. (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (14) que o material apreendido pela Polícia Federal (PF) nas investigações do caso Banco Master fique guardado na Procuradoria-Geral da República (PGR) e não mais no STF, como havia decidido anteriormente.
A Polícia Federal realizou nesta quarta uma segunda fase da operação sobre um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master que incluiu buscas em endereços ligados a Daniel Vorcaro, dono do banco, e parentes dele, incluindo o pai, a irmã e o cunhado dele.
“A presente investigação possui escopo mais amplo e não se confunde com os inquéritos anteriormente instaurados, na medida em que, em tese, teria revelado que fundos eram operados para a gestão fraudulenta, o desvio de valores e o branqueamento de capitais pelo Banco Master em um quadro de suposto aproveitamento sistemático de vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação e fiscalização”, escreveu o ministro.
Foram apreendidos nesta quarta: 39 aparelhos celulares, 31 computadores, 30 armas, R$ 645 mil em espécie, e 23 veículos, avaliados em R$ 16 milhões. A segunda fase da investigação sobre o Banco Master também teve o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, como alvos.
A investigação detectou que havia captação de dinheiro, aplicação em fundos e desvio para o patrimônio pessoal de Vorcaro e parentes. O celular do dono do Master foi apreendido.
A defesa de Nelson Tanure afirmou que “o empresário tem certeza de que no decorrer das apurações promovidas pelo STF restará definitivamente demonstrada a inexistência de qualquer pretensa prática ilícita”. (Com informações do portal de notícias g1)
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Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
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23 veículos, avaliados em R$ 16 milhões. A segunda fase da investigação sobre o Banco Master também teve o empresário Nelson Tanure e o investidor João Carlos Mansur, ex-presidente da gestora de fundos Reag Investimentos, como alvos.
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A defesa de Nelson Tanure afirmou que “o empresário tem certeza de que no decorrer das apurações promovidas pelo STF restará definitivamente demonstrada a inexistência de qualquer pretensa prática ilícita”. (Com informações do portal de notícias g1)
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