Área dos antiquários no Brique da Redenção no Parque Farroupilha (Redenção).
Foto: Cesar Lopes/ PMPA
Feira dominical reúne centenas de expositores, sustenta famílias, movimenta a economia criativa e projeta futuro rumo às Bodas de Ouro.
O Brique da Redenção, realizado todos os domingos na Avenida José Bonifácio, junto ao Parque da Redenção, no bairro Bom Fim, completou 48 anos em março de 2026. Mais do que uma feira de artesanato e antiguidades, o Brique tornou-se um verdadeiro ecossistema de empreendedorismo popular, sustentando economicamente centenas de famílias e consolidando-se como patrimônio cultural e afetivo de Porto Alegre.
Criado em 1978, o Brique nasceu com a proposta de dar espaço a artesãos e antiquários, mas rapidamente se transformou em um ponto de encontro democrático. Ao longo das décadas, atravessou crises econômicas, mudanças políticas e transformações urbanas, sem perder sua essência: ser um espaço de convivência, memória e identidade.
Hoje, quem percorre suas barracas encontra uma diversidade que impressiona. São peças de artesanato autoral, móveis e objetos de antiquários, livros raros, discos de vinil, roupas vintage e uma gastronomia variada que vai do pastel e caldo de cana até pratos típicos da culinária gaúcha. A música também é parte fundamental da experiência, com artistas locais que dão ritmo e vida ao espaço.
Durante o fim de semana de aniversário, o Brique recebeu 150 expositores no sábado e 270 no domingo, números que revelam sua força como espaço de geração de renda. Cada barraca representa uma família que encontra no Brique não apenas sustento, mas também reconhecimento e pertencimento. O impacto econômico é significativo: além de movimentar o turismo, o Brique fortalece pequenos negócios e integra a chamada economia criativa, que cresce em importância na Capital.
Para a presidente da Comissão Deliberativa do Brique da Redenção Antiquários, Renita Marlise Stieler, o aniversário foi mais do que uma celebração: “O Brique é feito de histórias e de pessoas. Cada expositor traz consigo uma memória, cada visitante leva uma lembrança. Estamos muito felizes com os 48 anos, porque eles representam resistência e união. Este espaço é mais do que uma feira, é um patrimônio afetivo da cidade. Caminhamos para as Bodas de Ouro com a certeza de que o Brique seguirá sendo um lugar de encontro e de identidade para Porto Alegre.”
Renita reforçou ainda a essência empreendedora do espaço: “Aqui se encontra o passado nas antiguidades, o presente na arte contemporânea e o futuro nos jovens empreendedores que chegam. É essa mistura que faz do Brique algo único. Cada barraca é uma história de vida, uma família que se sustenta e cresce junto com o Brique.”
Patrimônio vivo e futuro
O Brique da Redenção é reconhecido como patrimônio vivo da cidade, pela sua capacidade de reunir gerações e traduzir a identidade porto-alegrense. Mais do que uma feira, é um espaço que alimenta economicamente famílias, movimenta turismo e pequenos negócios, e fortalece a economia criativa da Capital.
Com 48 anos de trajetória, o Brique já projeta suas Bodas de Ouro em 2028, prometendo uma celebração histórica. O espaço segue projetando novos capítulos de uma história que mistura cultura, memória e desenvolvimento econômico, preparando-se para receber ainda mais visitantes e consolidar-se como um dos maiores símbolos de Porto Alegre. (por Gisele Flores )
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Brique da Redenção: 48 anos de cultura, memória e empreendedorismo
Área dos antiquários no Brique da Redenção no Parque Farroupilha (Redenção).
Foto: Cesar Lopes/ PMPA
Feira dominical reúne centenas de expositores, sustenta famílias, movimenta a economia criativa e projeta futuro rumo às Bodas de Ouro.
O Brique da Redenção, realizado todos os domingos na Avenida José Bonifácio, junto ao Parque da Redenção, no bairro Bom Fim, completou 48 anos em março de 2026. Mais do que uma feira de artesanato e antiguidades, o Brique tornou-se um verdadeiro ecossistema de empreendedorismo popular, sustentando economicamente centenas de famílias e consolidando-se como patrimônio cultural e afetivo de Porto Alegre.
Criado em 1978, o Brique nasceu com a proposta de dar espaço a artesãos e antiquários, mas rapidamente se transformou em um ponto de encontro democrático. Ao longo das décadas, atravessou crises econômicas, mudanças políticas e transformações urbanas, sem perder sua essência: ser um espaço de convivência, memória e identidade.
Hoje, quem percorre suas barracas encontra uma diversidade que impressiona. São peças de artesanato autoral, móveis e objetos de antiquários, livros raros, discos de vinil, roupas vintage e uma gastronomia variada que vai do pastel e caldo de cana até pratos típicos da culinária gaúcha. A música também é parte fundamental da experiência, com artistas locais que dão ritmo e vida ao espaço.
Durante o fim de semana de aniversário, o Brique recebeu 150 expositores no sábado e 270 no domingo, números que revelam sua força como espaço de geração de renda. Cada barraca representa uma família que encontra no Brique não apenas sustento, mas também reconhecimento e pertencimento. O impacto econômico é significativo: além de movimentar o turismo, o Brique fortalece pequenos negócios e integra a chamada economia criativa, que cresce em importância na Capital.
Para a presidente da Comissão Deliberativa do Brique da Redenção Antiquários, Renita Marlise Stieler, o aniversário foi mais do que uma celebração: “O Brique é feito de histórias e de pessoas. Cada expositor traz consigo uma memória, cada visitante leva uma lembrança. Estamos muito felizes com os 48 anos, porque eles representam resistência e união. Este espaço é mais do que uma feira, é um patrimônio afetivo da cidade. Caminhamos para as Bodas de Ouro com a certeza de que o Brique seguirá sendo um lugar de encontro e de identidade para Porto Alegre.”
Renita reforçou ainda a essência empreendedora do espaço: “Aqui se encontra o passado nas antiguidades, o presente na arte contemporânea e o futuro nos jovens empreendedores que chegam. É essa mistura que faz do Brique algo único. Cada barraca é uma história de vida, uma família que se sustenta e cresce junto com o Brique.”
Patrimônio vivo e futuro
O Brique da Redenção é reconhecido como patrimônio vivo da cidade, pela sua capacidade de reunir gerações e traduzir a identidade porto-alegrense. Mais do que uma feira, é um espaço que alimenta economicamente famílias, movimenta turismo e pequenos negócios, e fortalece a economia criativa da Capital.
Com 48 anos de trajetória, o Brique já projeta suas Bodas de Ouro em 2028, prometendo uma celebração histórica. O espaço segue projetando novos capítulos de uma história que mistura cultura, memória e desenvolvimento econômico, preparando-se para receber ainda mais visitantes e consolidar-se como um dos maiores símbolos de Porto Alegre. (por Gisele Flores )
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