Manifestantes defenderam a prisão domiciliar para Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução/Nikolas Ferreira)
Diversas capitais registraram a concentração de multidões com o ato “Acorda, Brasil” convocado por nomes ligados a partidos de direita. Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador reuniram apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na avenida Paulista, em São Paulo, o ato bolsonarista adotou tom eleitoral em apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Com ataques ao governo Lula (PT), o protesto pediu pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi convocado pelo deputado federal bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) sob o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”, em referência aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, implicado no caso do Banco Master.
Apesar disso, Flávio poupou os ministros do STF, tecendo críticas à Corte, mas sem citar nenhum nome. Ele se disse favorável ao impeachment “de qualquer ministro do Supremo que descumprir a lei”.
“Nosso alvo nunca foi o Supremo, que é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia”, disse ele, destacando a importância de eleger senadores de direita para formar maioria na casa legislativa e, assim, conseguir o impeachment dos ministros.
Foi a primeira manifestação de rua da qual Flávio participou como presidenciável. Ele chegou ao ato por volta de 14h45 usando colete à prova de balas e foi o último a discursar, utilizando o bordão do pai “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.
Na capital federal, os manifestantes se concentraram em frente ao Museu Nacional da República, onde discursos e falas políticas marcaram o evento. Parlamentares do Partido Liberal estiveram presentes, entre eles o senador Izalci Lucas (PL-DF) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), além do deputado distrital Roosevelt Vilela (PL).
Ao final da manifestação, os participantes se reuniram em coro e entoaram o slogan que deu nome ao ato, repetindo gritos de “acorda, Brasil”, encerrando a mobilização no local.
Porto Alegre
Na capital gaúcha, a manifestação ocorreu no Parque Moinhos de Vento, tradicional ponto de encontro de bolsonaristas. Vestindo predominantemente as cores verde e amarelo e empunhando bandeiras do Brasil, os participantes exibiram faixas e cartazes com mensagens como “Pátria, família e liberdade”, “Acorda Rio Grande”, “democracia só com contagem de votos”, “anistia ampla e irrestrita” e “liberdade e justiça”.
Diversos políticos ligados à direita participaram da mobilização, entre eles o deputado federal Luciano Zucco, pré-candidato ao governo do Estado, e os deputados federais Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson, ambos apontados como pré-candidatos ao Senado. Também estiveram presentes deputados estaduais, vereadores e outras lideranças conservadoras. (Com informações da Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, Metrópoles e Gazeta do Povo)
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“Acorda Brasil” reúne bolsonaristas em atos pelo Brasil
Manifestantes defenderam a prisão domiciliar para Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução/Nikolas Ferreira)
Diversas capitais registraram a concentração de multidões com o ato “Acorda, Brasil” convocado por nomes ligados a partidos de direita. Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador reuniram apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na avenida Paulista, em São Paulo, o ato bolsonarista adotou tom eleitoral em apoio à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. Com ataques ao governo Lula (PT), o protesto pediu pela liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e foi convocado pelo deputado federal bolsonarista Nikolas Ferreira (PL-MG) sob o mote “Fora, Lula, Moraes e Toffoli”, em referência aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, implicado no caso do Banco Master.
Apesar disso, Flávio poupou os ministros do STF, tecendo críticas à Corte, mas sem citar nenhum nome. Ele se disse favorável ao impeachment “de qualquer ministro do Supremo que descumprir a lei”.
“Nosso alvo nunca foi o Supremo, que é fundamental para a democracia, mas estão destruindo a democracia”, disse ele, destacando a importância de eleger senadores de direita para formar maioria na casa legislativa e, assim, conseguir o impeachment dos ministros.
Foi a primeira manifestação de rua da qual Flávio participou como presidenciável. Ele chegou ao ato por volta de 14h45 usando colete à prova de balas e foi o último a discursar, utilizando o bordão do pai “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.
Na capital federal, os manifestantes se concentraram em frente ao Museu Nacional da República, onde discursos e falas políticas marcaram o evento. Parlamentares do Partido Liberal estiveram presentes, entre eles o senador Izalci Lucas (PL-DF) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), além do deputado distrital Roosevelt Vilela (PL).
Ao final da manifestação, os participantes se reuniram em coro e entoaram o slogan que deu nome ao ato, repetindo gritos de “acorda, Brasil”, encerrando a mobilização no local.
Porto Alegre
Na capital gaúcha, a manifestação ocorreu no Parque Moinhos de Vento, tradicional ponto de encontro de bolsonaristas. Vestindo predominantemente as cores verde e amarelo e empunhando bandeiras do Brasil, os participantes exibiram faixas e cartazes com mensagens como “Pátria, família e liberdade”, “Acorda Rio Grande”, “democracia só com contagem de votos”, “anistia ampla e irrestrita” e “liberdade e justiça”.
Diversos políticos ligados à direita participaram da mobilização, entre eles o deputado federal Luciano Zucco, pré-candidato ao governo do Estado, e os deputados federais Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson, ambos apontados como pré-candidatos ao Senado. Também estiveram presentes deputados estaduais, vereadores e outras lideranças conservadoras. (Com informações da Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, Metrópoles e Gazeta do Povo)
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