Senador declarou ter “preferência” por uma mulher como companheira de chapa. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), intensificou acenos aos eleitorado feminino, onde encontra mais resistência. Na segunda-feira, dia 8 de junho, Flávio participou de um evento com cerca de 200 empresárias, lideranças e formadoras de opinião e reforçou a intenção de indicar uma mulher como vice. Batizado de “Brasil de Ideias Mulher”, o almoço foi organizado pelo Grupo Voto.
A última pesquisa Genial/Quaest, divulgada na quarta-feira (10), mostrou que a a intenção de voto para Flávio no primeiro turno é de 24% entre as mulheres e de 34% entre os homens. No público geral, ficou em 29%.
No almoço, Flávio indicou a “preferência” por uma companheira de chapa. “О que eu posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada. De preferência, uma mulher”, declarou.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE) já foram cotadas para o posto, mas sua indicação dependeria de uma aliança com a federação entre União Brasil e PP.
No mesmo dia, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) citou a deputada Julia Zanatta (PL-SC) como uma possível vice para o irmão. Outro nome especulado dentro do partido é a vereadora de Fortaleza Priscila Costa. Em maio, Flávio disse, em discurso em evento do PL em Santa Catarina, que vai “defender as mulheres”, citando dados oficiais sobre o aumento no número de casos de feminicídio em 2025. Na mesma fala, também elogiou as mães solo.
Campanha
O senador confirmou nessa segunda (15) que Daniella Marques, ex-presidente da Caixa no governo de Jair Bolsonaro, deverá ajudá-lo na elaboração de propostas para as áreas econômica e social de sua pré-campanha à Presidência da República.
Segundo o blog da Ana Flor, do portal de notícias g1, a ex-presidente da Caixa se licenciou por seis meses da Legend, empresa em que trabalha, para se dedicar ao projeto. Daniella afirmou que pretende ajudar a formular um modelo econômico “mais austero e virtuoso” e já vinha atuando informalmente nos contatos de Flávio para difundir propostas econômicas.
Daniella foi nomeada presidente da Caixa por Jair Bolsonaro em junho de 2022, após a saída de Pedro Guimarães, que deixou o cargo depois da divulgação de denúncias de assédio sexual.
Antes de assumir o banco, ela era secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e integrava, desde o início do governo Bolsonaro, a equipe do então ministro Paulo Guedes, de quem era considerada uma das principais assessoras.
Na ocasião de sua indicação para a Caixa, Daniella afirmou que pretendia fortalecer a governança do banco e criar uma força-tarefa para investigar as denúncias de assédio. Ela comandou a instituição até o início do governo Lula.
O senador destacou a experiência dela na Caixa, especialmente em iniciativas voltadas a mulheres empreendedoras.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas públicas, estender a mão para aquelas pessoas que querem caminhar com as próprias pernas e empreender, mas não sabem como”, afirmou.
Segundo Flávio, Daniella poderá contribuir com propostas de microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para facilitar a abertura e a manutenção de pequenos negócios. (Com informações da revista Veja e do portal de notícias g1)
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Flávio Bolsonaro atua para reduzir resistência entre o eleitorado feminino
Senador declarou ter “preferência” por uma mulher como companheira de chapa. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), intensificou acenos aos eleitorado feminino, onde encontra mais resistência. Na segunda-feira, dia 8 de junho, Flávio participou de um evento com cerca de 200 empresárias, lideranças e formadoras de opinião e reforçou a intenção de indicar uma mulher como vice.
Batizado de “Brasil de Ideias Mulher”, o almoço foi organizado pelo Grupo Voto.
A última pesquisa Genial/Quaest, divulgada na quarta-feira (10), mostrou que a a intenção de voto para Flávio no primeiro turno é de 24% entre as mulheres e de 34% entre os homens. No público geral, ficou em 29%.
No almoço, Flávio indicou a “preferência” por uma companheira de chapa. “О que eu posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada. De preferência, uma mulher”, declarou.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) e as deputadas federais Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE) já foram cotadas para o posto, mas sua indicação dependeria de uma aliança com a federação entre União Brasil e PP.
No mesmo dia, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) citou a deputada Julia Zanatta (PL-SC) como uma possível vice para o irmão. Outro nome especulado dentro do partido é a vereadora de Fortaleza Priscila Costa.
Em maio, Flávio disse, em discurso em evento do PL em Santa Catarina, que vai “defender as mulheres”, citando dados oficiais sobre o aumento no número de casos de feminicídio em 2025. Na mesma fala, também elogiou as mães solo.
Campanha
O senador confirmou nessa segunda (15) que Daniella Marques, ex-presidente da Caixa no governo de Jair Bolsonaro, deverá ajudá-lo na elaboração de propostas para as áreas econômica e social de sua pré-campanha à Presidência da República.
Segundo o blog da Ana Flor, do portal de notícias g1, a ex-presidente da Caixa se licenciou por seis meses da Legend, empresa em que trabalha, para se dedicar ao projeto. Daniella afirmou que pretende ajudar a formular um modelo econômico “mais austero e virtuoso” e já vinha atuando informalmente nos contatos de Flávio para difundir propostas econômicas.
Daniella foi nomeada presidente da Caixa por Jair Bolsonaro em junho de 2022, após a saída de Pedro Guimarães, que deixou o cargo depois da divulgação de denúncias de assédio sexual.
Antes de assumir o banco, ela era secretária especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia e integrava, desde o início do governo Bolsonaro, a equipe do então ministro Paulo Guedes, de quem era considerada uma das principais assessoras.
Na ocasião de sua indicação para a Caixa, Daniella afirmou que pretendia fortalecer a governança do banco e criar uma força-tarefa para investigar as denúncias de assédio. Ela comandou a instituição até o início do governo Lula.
O senador destacou a experiência dela na Caixa, especialmente em iniciativas voltadas a mulheres empreendedoras.
“Com a experiência que ela teve na Caixa Econômica e com programas específicos para as mulheres empreendedoras, ela mostrou como é possível, com o uso de tecnologia, boa vontade e boas políticas públicas, estender a mão para aquelas pessoas que querem caminhar com as próprias pernas e empreender, mas não sabem como”, afirmou.
Segundo Flávio, Daniella poderá contribuir com propostas de microcrédito, educação financeira e redução da burocracia para facilitar a abertura e a manutenção de pequenos negócios. (Com informações da revista Veja e do portal de notícias g1)
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