Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) embarcou neste domingo (14) para a França. Lula participará da reunião de líderes dos países do G7, marcada para terça-feira (16), na cidade de Évian-les-Bains. O governo trabalha com a possibilidade de um encontro entre Lula e o presidente dos Estados Unidos Donald Trump durante a reunião da cúpula. Mas não há reunião previamente marcada entre os presidentes. O possível encontro ocorreria após uma nova ofensiva dos EUA contra produtos brasileiros que pode elevar a carga total a 37,5%, caso as medidas sejam implementadas.
A estratégia do Palácio do Planalto é garantir que o presidente brasileiro esteja presente na segunda-feira (15), primeiro dia do evento, diante da possibilidade de Trump participar apenas da abertura da reunião, repetindo o que ocorreu no encontro do G7 realizado no Canadá no ano passado. Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump. Também não houve nenhuma solicitação de encontro por parte da Casa Branca. A falta de pedidos formais dos dois lados, no entanto, não é vista como um impeditivo para uma reunião.
No governo, a avaliação é de que a proposta de uma tarifa adicional de 25%, justificada por Washington com base em supostas práticas comerciais desleais, ainda pode ser revertida por meio de negociação. Já a sobretaxa de 12,5%, vinculada à alegação de falta de ações suficientes contra o trabalho forçado, é vista por integrantes da equipe brasileira como uma decisão praticamente consolidada.
Outro foco de atenção na viagem de Lula ao G7 passa pela relação com a União Europeia. Há uma semana, o bloco oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.
Também não há definição sobre um possível encontro de Lula com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O Brasil não integra o G7, porém, Lula tem sido convidado para encontros do grupo desde que retornou ao Palácio do Planalto, em 2023. O G7 reúne algumas das maiores economias do mundo: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão.Lula irá se reunir com o anfitrião do encontro — o presidente da França, Emmanuel Macron. O encontro está previsto para esta segunda-feira (15).
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Lula embarca para a reunião do G7 na França em busca de acordos com Trump e a União Europeia
Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Não houve uma orientação de Lula para que seus auxiliares pedissem uma reunião bilateral com Trump. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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No governo, a avaliação é de que a proposta de uma tarifa adicional de 25%, justificada por Washington com base em supostas práticas comerciais desleais, ainda pode ser revertida por meio de negociação. Já a sobretaxa de 12,5%, vinculada à alegação de falta de ações suficientes contra o trabalho forçado, é vista por integrantes da equipe brasileira como uma decisão praticamente consolidada.
Outro foco de atenção na viagem de Lula ao G7 passa pela relação com a União Europeia. Há uma semana, o bloco oficializou sua decisão de proibir a importação de carnes, tripas, peixe e mel produzidos no Brasil. O veto deve entrar em vigor a partir do próximo dia 3 de setembro.
Também não há definição sobre um possível encontro de Lula com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O Brasil não integra o G7, porém, Lula tem sido convidado para encontros do grupo desde que retornou ao Palácio do Planalto, em 2023. O G7 reúne algumas das maiores economias do mundo: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão.Lula irá se reunir com o anfitrião do encontro — o presidente da França, Emmanuel Macron. O encontro está previsto para esta segunda-feira (15).
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