Durante o encontro, a pedetista também apresentou propostas voltadas ao setor automotivo.
Foto: Divulgação
Durante o encontro, a pedetista também apresentou propostas voltadas ao setor automotivo. (Foto: Divulgação)
A pré-candidata ao governo do Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT), afirmou nesta terça-feira (2) que, se eleita, não pretende elevar as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e que estudará formas de reduzir gradualmente a carga tributária estadual para estimular a competitividade da economia gaúcha.
A declaração foi feita durante reunião-almoço promovida pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Rio Grande do Sul (Sincodiv), entidade que representa cerca de 750 concessionárias e responde por aproximadamente 25 mil empregos diretos no Estado.
Ao abordar a situação fiscal do Rio Grande do Sul, Juliana reconheceu os desafios enfrentados pelas contas públicas, mas afirmou que a busca por equilíbrio financeiro não deve ocorrer por meio do aumento de impostos.
“É claro que, quando vem um déficit de R$ 4,8 bilhões, nós vamos ter que sentar de novo nessa mesa para conversar. Mas eu acho muito importante que a gente pense, nem que seja gradualmente, em minorar essas alíquotas para que possamos garantir o mínimo de competitividade”, disse.
Durante o encontro, a pedetista também apresentou propostas voltadas ao setor automotivo. Entre elas está a manutenção da isenção do IPVA para veículos elétricos e a ampliação do benefício para motocicletas de até 200 cilindradas, uma das principais reivindicações apresentadas pelo sindicato.
Segundo Juliana, o Estado deve atuar como parceiro da atividade produtiva e criar condições para atrair investimentos ligados à transição energética. A pré-candidata também defendeu a construção de mecanismos de incentivo para veículos híbridos, que combinam motores elétricos e a combustão.
“A questão das motocicletas nós estamos atrasados. O Estado não pode ser esse entrave. Claro que nós precisamos sentar numa mesa e dialogar, ver de onde tirar e fazer uma conta. E essa conta tem que ser feita com o setor interessado”, afirmou.
A pré-candidata destacou ainda que o Rio Grande do Sul possui potencial para se tornar uma referência nacional na comercialização de veículos eletrificados, desde que haja políticas públicas voltadas ao setor.
O evento faz parte de uma série de encontros promovidos pelo Sincodiv com os principais pré-candidatos ao Palácio Piratini. Na semana passada, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) também participou da iniciativa para apresentar suas propostas ao segmento.
Juliana compareceu ao encontro sem os demais integrantes da chapa, mas fez referências positivas ao pré-candidato a vice-governador, Edegar Pretto (PT). Questionada sobre a aliança entre PDT e PT, ela afirmou que os partidos mantêm identidades próprias, apesar da parceria eleitoral.
“Somos bem distintos do PT. Se fôssemos iguais, estaríamos no mesmo partido. Em uma disputa para um cargo executivo, ninguém constrói um projeto sozinho”, declarou.
Segundo Juliana, a composição entre as duas siglas representa uma convergência em torno de um projeto para o Estado e da construção de um palanque unificado de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio Grande do Sul durante as eleições de 2026.
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Juliana Brizola promete não aumentar ICMS e defende redução gradual de alíquotas no RS
Durante o encontro, a pedetista também apresentou propostas voltadas ao setor automotivo.
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A declaração foi feita durante reunião-almoço promovida pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Rio Grande do Sul (Sincodiv), entidade que representa cerca de 750 concessionárias e responde por aproximadamente 25 mil empregos diretos no Estado.
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“É claro que, quando vem um déficit de R$ 4,8 bilhões, nós vamos ter que sentar de novo nessa mesa para conversar. Mas eu acho muito importante que a gente pense, nem que seja gradualmente, em minorar essas alíquotas para que possamos garantir o mínimo de competitividade”, disse.
Durante o encontro, a pedetista também apresentou propostas voltadas ao setor automotivo. Entre elas está a manutenção da isenção do IPVA para veículos elétricos e a ampliação do benefício para motocicletas de até 200 cilindradas, uma das principais reivindicações apresentadas pelo sindicato.
Segundo Juliana, o Estado deve atuar como parceiro da atividade produtiva e criar condições para atrair investimentos ligados à transição energética. A pré-candidata também defendeu a construção de mecanismos de incentivo para veículos híbridos, que combinam motores elétricos e a combustão.
“A questão das motocicletas nós estamos atrasados. O Estado não pode ser esse entrave. Claro que nós precisamos sentar numa mesa e dialogar, ver de onde tirar e fazer uma conta. E essa conta tem que ser feita com o setor interessado”, afirmou.
A pré-candidata destacou ainda que o Rio Grande do Sul possui potencial para se tornar uma referência nacional na comercialização de veículos eletrificados, desde que haja políticas públicas voltadas ao setor.
O evento faz parte de uma série de encontros promovidos pelo Sincodiv com os principais pré-candidatos ao Palácio Piratini. Na semana passada, o vice-governador Gabriel Souza (MDB) também participou da iniciativa para apresentar suas propostas ao segmento.
Juliana compareceu ao encontro sem os demais integrantes da chapa, mas fez referências positivas ao pré-candidato a vice-governador, Edegar Pretto (PT). Questionada sobre a aliança entre PDT e PT, ela afirmou que os partidos mantêm identidades próprias, apesar da parceria eleitoral.
“Somos bem distintos do PT. Se fôssemos iguais, estaríamos no mesmo partido. Em uma disputa para um cargo executivo, ninguém constrói um projeto sozinho”, declarou.
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