“Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima, mais uma vez, de uma pescaria probatória”, declarou o senador. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) foi ao Mercado Central de Belo Horizonte na tarde dessa segunda-feira (1º). Durante a visita, ele comentou a operação policial que mirou a ONG da produtora do filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e disse não querer acreditar que está sendo vítima do que chamou de “pescaria probatória” e “perseguição”.
“São duas coisas distintas. O que eu estou sabendo, que foi o que a Prefeitura de São Paulo anunciou, é que é um contrato antigo de uma prestação de serviço de internet. Não tem absolutamente nada a ver com o filme. Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima, mais uma vez, de uma pescaria probatória, de uma perseguição, porque, se vão fazer uma operação para investigar irregularidades em um determinado contrato, que é de um ano e meio, dois anos para trás, tudo bem, as pessoas vão ter que explicar, o que não tem absolutamente nada a ver com o filme”, afirmou Flávio.
A ação da Polícia Civil paulista nesta segunda mirou o Instituto Conhecer Brasil (ICB) por suspeita de fraude em um contrato de R$ 108 milhões por ano com a Prefeitura de São Paulo. A instituição é de propriedade da empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP, de “Dark Horse”.
A visita ao Mercado Central foi acompanhada por aliados políticos e colegas de partido, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado estadual Bruno Engler (PL) e o empresário Flávio Roscoe, recém-filiado ao PL e cotado como um dos possíveis candidatos ao governo do estado pela sigla.
No tradicional ponto turístico de Belo Horizonte, Flávio parou em uma das lojas, comeu pão de queijo e tomou café. Ele cumprimentou apoiadores, que gritavam palavras de apoio à pré-candidatura ao Palácio do Planalto, a favor de Jair Bolsonaro e contra o presidente Lula (PT).
“Cortina de fumaça”
Horas depois, na noite dessa segunda, Flávio Bolsonaro voltou a falar do assunto, durante um evento sobre agronegócio, em Belo Horizonte (MG). Ele afirmou que o filme não contou com dinheiro público e se tornou uma “cortina de fumaça”.
“Há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para voltar a esse assunto quando, na verdade, o filme triste que a gente está vendo hoje é uma notícia dos Correios, mais de R$ 3 bilhões de endividamento. […] Eu não pedi dinheiro para ninguém, havia um contrato privado, com investimento privado para um filme privado”, declarou.
O pré-candidato se referiu ao prejuízo de R$ 3,1 bilhões dos Correios no primeiro trimestre de 2026, divulgado pela estatal neste fim de semana.
Flávio foi painelista no evento e falou sobre medidas que pretende adotar, caso seja eleito, para a redução das taxas de juros no Brasil e o crescimento do agronegócio. Os pré-candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também participaram dos debates.
Conversas
Nas últimas semanas, o senador tem lidado com o desgaste público gerado pela divulgação de conversas e de uma reunião que teve com o dono do Banco Master.
Em mensagens reveladas pelo portal Intercept Brasil, Flávio apareceu cobrando de Vorcaro recursos para o financiamento da cinebiografia sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Também foi revelada uma visita do senador a Vorcaro, quando o ex-banqueiro estava usando tornozeleira eletrônica após ser preso pela primeira vez por fraudes financeiras. Flávio nega irregularidades na relação com o dono do Master. (Com informações do portal de notícias g1)
Moraes atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República. (Foto: Antonio Augusto/STF) O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), absolveu o motorista Carlo Caponi, réu no processo do 8 de Janeiro considerado “incapaz” em um laudo médico solicitado pela Corte. A decisão levou em conta uma perícia psiquiátrica que apontou transtornos mentais …
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Flávio Bolsonaro fala em “perseguição” após operação da polícia de São Paulo contra dona de ONG
“Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima, mais uma vez, de uma pescaria probatória”, declarou o senador. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) foi ao Mercado Central de Belo Horizonte na tarde dessa segunda-feira (1º). Durante a visita, ele comentou a operação policial que mirou a ONG da produtora do filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e disse não querer acreditar que está sendo vítima do que chamou de “pescaria probatória” e “perseguição”.
“São duas coisas distintas. O que eu estou sabendo, que foi o que a Prefeitura de São Paulo anunciou, é que é um contrato antigo de uma prestação de serviço de internet. Não tem absolutamente nada a ver com o filme. Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima, mais uma vez, de uma pescaria probatória, de uma perseguição, porque, se vão fazer uma operação para investigar irregularidades em um determinado contrato, que é de um ano e meio, dois anos para trás, tudo bem, as pessoas vão ter que explicar, o que não tem absolutamente nada a ver com o filme”, afirmou Flávio.
A ação da Polícia Civil paulista nesta segunda mirou o Instituto Conhecer Brasil (ICB) por suspeita de fraude em um contrato de R$ 108 milhões por ano com a Prefeitura de São Paulo. A instituição é de propriedade da empresária Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora Go UP, de “Dark Horse”.
A visita ao Mercado Central foi acompanhada por aliados políticos e colegas de partido, como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), o deputado estadual Bruno Engler (PL) e o empresário Flávio Roscoe, recém-filiado ao PL e cotado como um dos possíveis candidatos ao governo do estado pela sigla.
No tradicional ponto turístico de Belo Horizonte, Flávio parou em uma das lojas, comeu pão de queijo e tomou café. Ele cumprimentou apoiadores, que gritavam palavras de apoio à pré-candidatura ao Palácio do Planalto, a favor de Jair Bolsonaro e contra o presidente Lula (PT).
“Cortina de fumaça”
Horas depois, na noite dessa segunda, Flávio Bolsonaro voltou a falar do assunto, durante um evento sobre agronegócio, em Belo Horizonte (MG). Ele afirmou que o filme não contou com dinheiro público e se tornou uma “cortina de fumaça”.
“Há uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para voltar a esse assunto quando, na verdade, o filme triste que a gente está vendo hoje é uma notícia dos Correios, mais de R$ 3 bilhões de endividamento. […] Eu não pedi dinheiro para ninguém, havia um contrato privado, com investimento privado para um filme privado”, declarou.
O pré-candidato se referiu ao prejuízo de R$ 3,1 bilhões dos Correios no primeiro trimestre de 2026, divulgado pela estatal neste fim de semana.
Flávio foi painelista no evento e falou sobre medidas que pretende adotar, caso seja eleito, para a redução das taxas de juros no Brasil e o crescimento do agronegócio. Os pré-candidatos à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) também participaram dos debates.
Conversas
Nas últimas semanas, o senador tem lidado com o desgaste público gerado pela divulgação de conversas e de uma reunião que teve com o dono do Banco Master.
Em mensagens reveladas pelo portal Intercept Brasil, Flávio apareceu cobrando de Vorcaro recursos para o financiamento da cinebiografia sobre a trajetória de Jair Bolsonaro.
Também foi revelada uma visita do senador a Vorcaro, quando o ex-banqueiro estava usando tornozeleira eletrônica após ser preso pela primeira vez por fraudes financeiras. Flávio nega irregularidades na relação com o dono do Master. (Com informações do portal de notícias g1)
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