Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”. (Foto: Beto Barata/Divulgação)
Um grupo de sete parlamentares de PSOL e Rede, encabeçados por Fernanda Melchiona (PSOL – RS), acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar se a atuação do pré-candidato à presidência da República, Bolsonaro, junto aos Flávio Estados Unidos configura crime contra a soberania nacional. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado, 30.
Segundo o jornal, na mira, estão os encontros do Senador com presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Nos encontros, Flávio Bolsonaro pediu para os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
O grupo aponta que a própria imprensa americana afirma que a decisão foi tomada após um lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro. O documento afirma que o próprio Flávio Bolsonaro celebrou a decisão em suas redes socias e disse que foi aos EUA “trabalhar” para enquadrar as facções criminosas como terroristas.
De acordo com o Globo, o documento aponta que esse não foi um caso isolado. Os deputados lembram que a família Bolsonaro também atuou contra o Brasil na questão do tarifaço, outra forma de buscar uma intervenção contra o próprio país em benefício próprio da família Bolsonaro.
Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.
Nota assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), afirma que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.
“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, complementa.
Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.
EUA classifica PCC e CV como terroristas Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e CV como “organizações terroristas estrangeiras”, nessa quinta-feira (28/5).
Os grupos criminosos brasileiros foram incluídos em duas listas: Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras.
A medida foi anunciada dois dias depois de o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Com informações da Revista Veja e do portal Metrópoles.
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Partidos políticos Rede e PSOL acionam a Procuradoria-Geral da República para apurar se Flávio Bolsonaro atentou contra a soberania nacional
Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”. (Foto: Beto Barata/Divulgação)
Um grupo de sete parlamentares de PSOL e Rede, encabeçados por Fernanda Melchiona (PSOL – RS), acionaram a Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar se a atuação do pré-candidato à presidência da República, Bolsonaro, junto aos Flávio Estados Unidos configura crime contra a soberania nacional. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado, 30.
Segundo o jornal, na mira, estão os encontros do Senador com presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Nos encontros, Flávio Bolsonaro pediu para os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
O grupo aponta que a própria imprensa americana afirma que a decisão foi tomada após um lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro. O documento afirma que o próprio Flávio Bolsonaro celebrou a decisão em suas redes socias e disse que foi aos EUA “trabalhar” para enquadrar as facções criminosas como terroristas.
De acordo com o Globo, o documento aponta que esse não foi um caso isolado. Os deputados lembram que a família Bolsonaro também atuou contra o Brasil na questão do tarifaço, outra forma de buscar uma intervenção contra o próprio país em benefício próprio da família Bolsonaro.
Para a equipe de Flávio, a representação é “mais uma demonstração de que a esquerda brasileira tenta utilizar o Judiciário como extensão de seu projeto político”.
Nota assinada pelo coordenador da pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RJ), afirma que “é inaceitável que, enquanto o Brasil sofre sob o domínio de facções criminosas, parlamentares se mobilizem para criminalizar o esforço de buscar cooperação internacional contra o terrorismo”.
“Se o crime que nos acusam é o de buscar apoio de nações amigas para asfixiar as finanças das facções e unir forças para proteger a população do terror e da violência, assumimos essa culpa com convicção”, complementa.
Por fim, a equipe de Flávio afirma que “a soberania nacional serve para garantir a segurança do cidadão de bem, e não para servir de escudo a quem aterroriza o povo”.
EUA classifica PCC e CV como terroristas
Os Estados Unidos classificaram as facções criminosas PCC e CV como “organizações terroristas estrangeiras”, nessa quinta-feira (28/5).
Os grupos criminosos brasileiros foram incluídos em duas listas: Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras.
A medida foi anunciada dois dias depois de o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se reunir com o presidente Donald Trump na Casa Branca. Com informações da Revista Veja e do portal Metrópoles.
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