Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo TSE à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo TSE à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), desistiu da pré-candidatura ao Senado pelo Rio de Janeiro após ser alvo da Polícia Federal por relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Ele comunicou a decisão ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, nesta quinta-feira (28). Horas depois, divulgou um comunicado à imprensa.
Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.
Segundo apurado, o ex-governador do Rio já era “carta fora do baralho” após operação da Polícia Federal realizada nesta semana.
Em nota divulgada na tarde desta quinta, Castro afirma que a decisão foi tomada “após profunda reflexão pessoal e familiar, diante das últimas semanas marcadas por forte exposição pública, acusações, ataques e episódios que atingiram não apenas sua trajetória política, mas também sua família.”
O ex-governador diz ainda que irá “concentrar integralmente seus esforços na apresentação de sua defesa e no completo esclarecimento das acusações que vêm sendo feitas, convicto da legalidade e da lisura de todos os atos praticados ao longo de sua vida pública.”
Para a direita fluminense, se já era ruim a associação entre Flávio Bolsonaro e Castro após ele ter se tornado inelegível e ter sido alvo de uma operação da PF em 15 de maio, a nova ofensiva da polícia acabou por sepultar de vez a pré-candidatura.
A corrente do PL contrária ao nome de Castro defendia que o senador “não vai abraçar mais um ponto de desgaste para a campanha presidencial” após virem à tona os áudios que revelaram uma conexão entre Flávio e o banqueiro.
O PL já vinha debatendo nomes para substituir o ex-governador na disputa. Os mais cotados do partido para assumir o posto são os deputados Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara e ligado ao pastor Silas Malafaia, e Carlos Jordy, próximo a Flávio.
Preterido pelo partido, o senador Carlos Portinho já tinha se colocado como alternativa ao ex-governador investigado. Ele deixou claro ao presidente do diretório estadual do PL, deputado Altineu Côrtes, o desejo de disputar a reeleição. A decisão, de acordo com o apurado pela reportagem, será do clã Bolsonaro.
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Ex-governador do Rio, Cláudio Castro desiste de disputar Senado após ser alvo da Polícia Federal por relação com Daniel Vorcaro
Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo TSE à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo TSE à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), desistiu da pré-candidatura ao Senado pelo Rio de Janeiro após ser alvo da Polícia Federal por relação com o banqueiro Daniel Vorcaro. Ele comunicou a decisão ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, nesta quinta-feira (28). Horas depois, divulgou um comunicado à imprensa.
Castro pretendia disputar o cargo sub judice, uma vez que foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico.
Segundo apurado, o ex-governador do Rio já era “carta fora do baralho” após operação da Polícia Federal realizada nesta semana.
Em nota divulgada na tarde desta quinta, Castro afirma que a decisão foi tomada “após profunda reflexão pessoal e familiar, diante das últimas semanas marcadas por forte exposição pública, acusações, ataques e episódios que atingiram não apenas sua trajetória política, mas também sua família.”
O ex-governador diz ainda que irá “concentrar integralmente seus esforços na apresentação de sua defesa e no completo esclarecimento das acusações que vêm sendo feitas, convicto da legalidade e da lisura de todos os atos praticados ao longo de sua vida pública.”
Para a direita fluminense, se já era ruim a associação entre Flávio Bolsonaro e Castro após ele ter se tornado inelegível e ter sido alvo de uma operação da PF em 15 de maio, a nova ofensiva da polícia acabou por sepultar de vez a pré-candidatura.
A corrente do PL contrária ao nome de Castro defendia que o senador “não vai abraçar mais um ponto de desgaste para a campanha presidencial” após virem à tona os áudios que revelaram uma conexão entre Flávio e o banqueiro.
O PL já vinha debatendo nomes para substituir o ex-governador na disputa. Os mais cotados do partido para assumir o posto são os deputados Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara e ligado ao pastor Silas Malafaia, e Carlos Jordy, próximo a Flávio.
Preterido pelo partido, o senador Carlos Portinho já tinha se colocado como alternativa ao ex-governador investigado. Ele deixou claro ao presidente do diretório estadual do PL, deputado Altineu Côrtes, o desejo de disputar a reeleição. A decisão, de acordo com o apurado pela reportagem, será do clã Bolsonaro.
(Com O Estado de S.Paulo)
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