Mendonça também ressaltou que as investigações sobre o caso Master seguirão normalmente, independentemente de delações
Foto: Carlos Moura/STF
Mendonça também ressaltou que as investigações sobre o caso Master seguirão normalmente, independentemente de delações. (Foto: Carlos Moura/STF)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça afirmou que não teve acesso à proposta de delação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentada nesta semana à PGR (Procuradoria-Geral da República) e à PF (Polícia Federal).
Segundo o ministro, uma colaboração premiada deve ser “séria e efetiva”. As declarações foram divulgadas pelo gabinete de Mendonça na quinta-feira (7), após matérias jornalísticas informarem que ele teria sinalizado aos advogados do banqueiro que não pretende homologar os atuais termos da proposta de delação apresentada.
“O ministro tem sido consistente e inequívoco em sua posição sobre o tema da colaboração premiada. A colaboração premiada é um ato de defesa, um direito assegurado ao investigado. Para que produza efeitos, a colaboração deve ser séria e efetiva”, afirmou o gabinete de Mendonça.
Ele também ressaltou que as investigações sobre o caso Master vão seguir normalmente, independentemente de delações.
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Ministro do Supremo André Mendonça diz que não teve acesso à proposta de delação de Vorcaro
Mendonça também ressaltou que as investigações sobre o caso Master seguirão normalmente, independentemente de delações
Foto: Carlos Moura/STF
Mendonça também ressaltou que as investigações sobre o caso Master seguirão normalmente, independentemente de delações. (Foto: Carlos Moura/STF)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça afirmou que não teve acesso à proposta de delação do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, apresentada nesta semana à PGR (Procuradoria-Geral da República) e à PF (Polícia Federal).
Segundo o ministro, uma colaboração premiada deve ser “séria e efetiva”.
As declarações foram divulgadas pelo gabinete de Mendonça na quinta-feira (7), após matérias jornalísticas informarem que ele teria sinalizado aos advogados do banqueiro que não pretende homologar os atuais termos da proposta de delação apresentada.
“O ministro tem sido consistente e inequívoco em sua posição sobre o tema da colaboração premiada. A colaboração premiada é um ato de defesa, um direito assegurado ao investigado. Para que produza efeitos, a colaboração deve ser séria e efetiva”, afirmou o gabinete de Mendonça.
Ele também ressaltou que as investigações sobre o caso Master vão seguir normalmente, independentemente de delações.
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