O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.
Foto: Antonio Augusto/TSE
O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias. (Foto: Antonio Augusto/TSE)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito policial para apurar suspeita de calúnia do enador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, contra o presidente Lula. A decisão ocorreu na última segunda-feira após um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Em representação enviada ao STF, a PF apontou que Flávio usou sua conta na rede social X em janeiro deste ano para associar imagens do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a Lula.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, dizia o texto destacado por Moraes.
Conforme o ministro, a PF sustentou que após Flávio afirmar que Lula seria delatado, ele ainda mencionou “a prática de crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e fraudes em eleições”.
“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao Presidente da República”, pontuou Moraes.
O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.
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Ministro Alexandre de Moraes determina abertura de inquérito para investigar suspeita de calúnia de Flávio Bolsonaro contra Lula
O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.
Foto: Antonio Augusto/TSE
O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias. (Foto: Antonio Augusto/TSE)
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito policial para apurar suspeita de calúnia do enador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, contra o presidente Lula. A decisão ocorreu na última segunda-feira após um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Em representação enviada ao STF, a PF apontou que Flávio usou sua conta na rede social X em janeiro deste ano para associar imagens do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a Lula.
“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, dizia o texto destacado por Moraes.
Conforme o ministro, a PF sustentou que após Flávio afirmar que Lula seria delatado, ele ainda mencionou “a prática de crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e fraudes em eleições”.
“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao Presidente da República”, pontuou Moraes.
O ministro determinou ainda o envio dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.
(Com O Globo)
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