Em entrevista, ex-presidente da Câmara reivindica responsabilidade por força atual da direita no País. (Foto: EBC)
Pré-candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados por Minas Gerais, Eduardo Cunha reivindicou a responsabilidade pela força atual da direita no país. Em entrevista ao jornal O Tempo, o ex-presidente da Casa legislativa afirmou que o processo de impeachment da então chefe do Planalto, Dilma Rousseff (PT), conduzido por ele em 2016, alterou de forma significativa o rumo da política nacional e abriu caminho para a ascensão de forças de oposição nos anos seguintes.
“Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido (Jair) Bolsonaro presidente da República, e nenhum desses expoentes da direita que aí estão teriam hoje alguma proeminência”, disse Cunha.
Na entrevista, Cunha também afirmou não se arrepender de ter aberto o processo de impeachment de Dilma e confirmou a intenção de utilizar essa experiência como um dos principais elementos de sua campanha eleitoral. Segundo ele, o episódio representa um marco de sua trajetória política e será apresentado ao eleitorado como parte de sua atuação no Congresso Nacional.
“Eu teria feito talvez mais rápido o impeachment. Eu não me arrependo de nada”, destacou. A fala indica que, além de sustentar a decisão tomada à época, Cunha avalia que o processo poderia ter sido conduzido com maior celeridade, embora não detalhe quais fatores teriam permitido isso.
O impeachment de Dilma Rousseff, aprovado pelo Congresso Nacional em 2016, resultou na saída da presidente do cargo e na posse do então vice-presidente Michel Temer. O episódio marcou um período de forte polarização política no País e teve desdobramentos que influenciaram as eleições seguintes, incluindo a disputa presidencial de 2018.
Naquele ano, Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República ao derrotar Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Quatro anos depois, Bolsonaro não conseguiu a reeleição, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Cunha relaciona esses acontecimentos ao cenário político que, segundo ele, começou a se desenhar com o impeachment.
O ex-deputado afirmou ainda ao jornal que, até hoje, é frequentemente abordado por pessoas nas ruas para tirar fotos e receber manifestações de apoio relacionadas à sua atuação no processo que levou à saída de Dilma. Segundo ele, a maior parte das reações que recebe é positiva, embora reconheça a existência de críticas.
A cada dez opiniões que recebe, segundo Cunha, apenas uma desaprova sua conduta no caso. “Quem tirou o PT do poder? O único fui eu. Pode falar o que quiser (…) Sem o meu ato, nada teria ocorrido”, reforçou. Ele também mencionou os índices de aprovação da então presidente como um dos fatores que contribuíram para o desfecho do processo, indicando que o contexto político e social da época teve influência na decisão do Congresso. (Com informações do jornal O Globo)
No Instagram, o ministro comentou o ocorrido: “Ministro da Saúde, mas, sempre, acima de tudo, médico”. (Foto: Reprodução) O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, socorreu no último sábado (27), uma passageira em um avião que deixava Brasília com destino ao Rio de Janeiro. As informações são da assessoria do ministério. Antes de o avião decolar, …
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“Sem o impeachment de Dilma, Bolsonaro não teria sido presidente”, diz Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados
Em entrevista, ex-presidente da Câmara reivindica responsabilidade por força atual da direita no País. (Foto: EBC)
Pré-candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados por Minas Gerais, Eduardo Cunha reivindicou a responsabilidade pela força atual da direita no país. Em entrevista ao jornal O Tempo, o ex-presidente da Casa legislativa afirmou que o processo de impeachment da então chefe do Planalto, Dilma Rousseff (PT), conduzido por ele em 2016, alterou de forma significativa o rumo da política nacional e abriu caminho para a ascensão de forças de oposição nos anos seguintes.
“Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido (Jair) Bolsonaro presidente da República, e nenhum desses expoentes da direita que aí estão teriam hoje alguma proeminência”, disse Cunha.
Na entrevista, Cunha também afirmou não se arrepender de ter aberto o processo de impeachment de Dilma e confirmou a intenção de utilizar essa experiência como um dos principais elementos de sua campanha eleitoral. Segundo ele, o episódio representa um marco de sua trajetória política e será apresentado ao eleitorado como parte de sua atuação no Congresso Nacional.
“Eu teria feito talvez mais rápido o impeachment. Eu não me arrependo de nada”, destacou. A fala indica que, além de sustentar a decisão tomada à época, Cunha avalia que o processo poderia ter sido conduzido com maior celeridade, embora não detalhe quais fatores teriam permitido isso.
O impeachment de Dilma Rousseff, aprovado pelo Congresso Nacional em 2016, resultou na saída da presidente do cargo e na posse do então vice-presidente Michel Temer. O episódio marcou um período de forte polarização política no País e teve desdobramentos que influenciaram as eleições seguintes, incluindo a disputa presidencial de 2018.
Naquele ano, Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República ao derrotar Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Quatro anos depois, Bolsonaro não conseguiu a reeleição, sendo derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. Cunha relaciona esses acontecimentos ao cenário político que, segundo ele, começou a se desenhar com o impeachment.
O ex-deputado afirmou ainda ao jornal que, até hoje, é frequentemente abordado por pessoas nas ruas para tirar fotos e receber manifestações de apoio relacionadas à sua atuação no processo que levou à saída de Dilma. Segundo ele, a maior parte das reações que recebe é positiva, embora reconheça a existência de críticas.
A cada dez opiniões que recebe, segundo Cunha, apenas uma desaprova sua conduta no caso. “Quem tirou o PT do poder? O único fui eu. Pode falar o que quiser (…) Sem o meu ato, nada teria ocorrido”, reforçou. Ele também mencionou os índices de aprovação da então presidente como um dos fatores que contribuíram para o desfecho do processo, indicando que o contexto político e social da época teve influência na decisão do Congresso. (Com informações do jornal O Globo)
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