Ex-governador de Minas (foto) disse que nunca recebeu convite formal do senador. (Foto: Reprodução)
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) descartou nessa quinta-feira (9), integrar a chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como vice-presidente e reafirmou a intenção de disputar a Presidência da República. “Levarei minha pré-candidatura até o final”, disse em entrevista à Rádio Gaúcha. Segundo ele, nunca houve “pedido formal” nem conversa sobre o assunto.
A declaração ocorre em meio a especulações sobre um possível convite de Flávio ao ex-governador. Zema disse ficar “lisonjeado” com a menção de seu nome, mas foi categórico ao recusar a posição. O último encontro entre os dois ocorreu há cerca de 30 dias, durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.
Zema contou ter informado pessoalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em agosto do ano passado, sobre a intenção de se candidatar. Segundo ele, Bolsonaro respondeu que quanto mais candidatos a direita tivesse, melhor, pois o campo caminharia unido no segundo turno. O ex-governador deixou o cargo há duas semanas. A cadeira foi ocupada pelo vice Mateus Simões (PSD), a quem Zema declarou apoio para outubro. “Ele foi meu braço direito, extremamente competente, mas ainda desconhecido por boa parte dos mineiros”, afirmou.
Zema voltou a criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele classificou condutas de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli como crimes, e não apenas motivo de impeachment. “É motivo para ir para a cadeia”, disse. O ex-governador ainda propôs criar um agravante penal que tipificaria como traição à pátria atos de servidores públicos que abusem do cargo.
Entre as medidas que adotaria no governo federal, o ex-governador defendeu reforma administrativa com regras diferenciadas para novos servidores, redução dos atuais 39 ministérios e nova reforma da Previdência com gatilhos automáticos vinculados à expectativa de vida. “A expectativa de vida subiu três meses? A contribuição sobe três meses”, explicou. Zema avaliou como razoável o que foi feito na reforma de 2019, mas disse que os parâmetros deveriam ter sido atualizados automaticamente desde então.
Ao se diferenciar de Flávio Bolsonaro e de Ronaldo Caiado (PSD), também pré-candidato à Presidência, Zema disse ser o que mais tem criticado o Supremo Tribunal Federal. Ele afirmou ter visto os adversários serem questionados sobre o tema e se esquivarem. “Alguém ficar calado com essa pouca vergonha lá em Brasília, para mim é um absurdo”, disse. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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Romeu Zema descarta ser vice de Flávio Bolsonaro e reafirma candidatura própria à Presidência
Ex-governador de Minas (foto) disse que nunca recebeu convite formal do senador. (Foto: Reprodução)
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) descartou nessa quinta-feira (9), integrar a chapa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como vice-presidente e reafirmou a intenção de disputar a Presidência da República. “Levarei minha pré-candidatura até o final”, disse em entrevista à Rádio Gaúcha. Segundo ele, nunca houve “pedido formal” nem conversa sobre o assunto.
A declaração ocorre em meio a especulações sobre um possível convite de Flávio ao ex-governador. Zema disse ficar “lisonjeado” com a menção de seu nome, mas foi categórico ao recusar a posição. O último encontro entre os dois ocorreu há cerca de 30 dias, durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.
Zema contou ter informado pessoalmente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em agosto do ano passado, sobre a intenção de se candidatar. Segundo ele, Bolsonaro respondeu que quanto mais candidatos a direita tivesse, melhor, pois o campo caminharia unido no segundo turno. O ex-governador deixou o cargo há duas semanas. A cadeira foi ocupada pelo vice Mateus Simões (PSD), a quem Zema declarou apoio para outubro. “Ele foi meu braço direito, extremamente competente, mas ainda desconhecido por boa parte dos mineiros”, afirmou.
Zema voltou a criticar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele classificou condutas de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli como crimes, e não apenas motivo de impeachment. “É motivo para ir para a cadeia”, disse. O ex-governador ainda propôs criar um agravante penal que tipificaria como traição à pátria atos de servidores públicos que abusem do cargo.
Entre as medidas que adotaria no governo federal, o ex-governador defendeu reforma administrativa com regras diferenciadas para novos servidores, redução dos atuais 39 ministérios e nova reforma da Previdência com gatilhos automáticos vinculados à expectativa de vida. “A expectativa de vida subiu três meses? A contribuição sobe três meses”, explicou. Zema avaliou como razoável o que foi feito na reforma de 2019, mas disse que os parâmetros deveriam ter sido atualizados automaticamente desde então.
Ao se diferenciar de Flávio Bolsonaro e de Ronaldo Caiado (PSD), também pré-candidato à Presidência, Zema disse ser o que mais tem criticado o Supremo Tribunal Federal. Ele afirmou ter visto os adversários serem questionados sobre o tema e se esquivarem. “Alguém ficar calado com essa pouca vergonha lá em Brasília, para mim é um absurdo”, disse. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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