Advogados dizem que Janones (foto) publicou vídeo com ofensas à honra e atribuindo crimes ao ex-presidente
Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou, ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta segunda-feira (6) uma queixa-crime contra o deputado André Janones (Avante-MG) por calúnia e difamação.
A queixa-crime é a peça inicial que dá início a uma ação penal privada. Diferente da maioria dos crimes, onde o Ministério Público é quem acusa, na queixa-crime é a própria vítima quem processa o ofensor.
Os advogados questionam um vídeo publicado por Janones em que, segundo os defensores, ele chama o ex-presidente de “ladrão” e “vagabundo”. Na queixa-crime, a defesa diz que o deputado tem milhões de seguidores, que podem ter acessado o “conteúdo ofensivo”.
Diz ainda que o ex-presidente não pode responder às acusações nas redes sociais, já que está proibido de utilizar plataformas digitais após ter sido condenado por tentativa de golpe.
“Tal circunstância configura total e absoluta disparidade de armas: enquanto o querelado [Janones] dissemina livremente falsidades e ofensas para uma audiência de milhões de seguidores em múltiplas plataformas digitais, o querelante [Bolsonaro] está juridicamente impossibilitado de exercer qualquer direito de resposta ou defesa pública de sua honra, em flagrante violação ao princípio constitucional do contraditório”, afirmam os advogados.
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Defesa de Bolsonaro apresenta ao Supremo queixa-crime contra André Janones por calúnia e difamação
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Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou, ao STF (Supremo Tribunal Federal), nesta segunda-feira (6) uma queixa-crime contra o deputado André Janones (Avante-MG) por calúnia e difamação.
A queixa-crime é a peça inicial que dá início a uma ação penal privada. Diferente da maioria dos crimes, onde o Ministério Público é quem acusa, na queixa-crime é a própria vítima quem processa o ofensor.
Os advogados questionam um vídeo publicado por Janones em que, segundo os defensores, ele chama o ex-presidente de “ladrão” e “vagabundo”. Na queixa-crime, a defesa diz que o deputado tem milhões de seguidores, que podem ter acessado o “conteúdo ofensivo”.
Diz ainda que o ex-presidente não pode responder às acusações nas redes sociais, já que está proibido de utilizar plataformas digitais após ter sido condenado por tentativa de golpe.
“Tal circunstância configura total e absoluta disparidade de armas: enquanto o querelado [Janones] dissemina livremente falsidades e ofensas para uma audiência de milhões de seguidores em múltiplas plataformas digitais, o querelante [Bolsonaro] está juridicamente impossibilitado de exercer qualquer direito de resposta ou defesa pública de sua honra, em flagrante violação ao princípio constitucional do contraditório”, afirmam os advogados.
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