Lula também disse não querer impor “na marra” subsídio para baratear diesel aos governadores
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula também disse não querer impor “na marra” subsídio para baratear diesel aos governadores. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (1º) não querer impor “na marra” subsídio aos Estados para baratear o preço diesel. No entanto, ele reforçou que insistirá em um acordo com os governadores.
Lula acrescentou que, diante de aumentos abusivos nos postos de combustíveis, mesmo com fiscalizações ocorrendo, será preciso “colocar alguém na cadeia”.
Ele mencionou também que as medidas tomadas pelo seu governo para conter o preço dos combustíveis não têm “nada a ver” com as iniciativas da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a mesma finalidade.
“Não vamos comparar com a política do Bolsonaro porque não tem nada a ver, até porque a situação é totalmente diferente. Nós temos uma guerra. Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã. Alegando o quê? Que no Irã tinha arma nuclear. Mentira. Eu digo porque eu fui, em 2010, ao Irã fazer um acordo. E fizemos o acordo. E, depois, os Estados Unidos não aceitaram, nem a União Europeia”, afirmou.
Lula frisou que a decisão de zerar a cobrança de impostos federais sobre o diesel, anunciada em 12 de março por ele, tem como pano de fundo o cenário de tensão no Oriente Médio.
O presidente citou a tentativa frustrada de acordo com governadores em torno da redução do ICMS – imposto estadual que incide no preço final dos combustíveis. Inicialmente, o governo propôs que os Estados reduzissem a cobrança do imposto, algo que não foi aceito.
Agora, as tratativas são por uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel. A subvenção será dada por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados de cada unidade da Federação.
Pelo menos 20 Estados, entre eles o Rio Grande do Sul, já entraram em consenso com o governo federal para conceder esse apoio financeiro à importação de diesel, na tentativa de conter a alta dos preços do combustível no Brasil.
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“Vamos ter que colocar alguém na cadeia”, diz Lula sobre aumentos abusivos dos combustíveis
Lula também disse não querer impor “na marra” subsídio para baratear diesel aos governadores
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula também disse não querer impor “na marra” subsídio para baratear diesel aos governadores. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira (1º) não querer impor “na marra” subsídio aos Estados para baratear o preço diesel. No entanto, ele reforçou que insistirá em um acordo com os governadores.
Lula acrescentou que, diante de aumentos abusivos nos postos de combustíveis, mesmo com fiscalizações ocorrendo, será preciso “colocar alguém na cadeia”.
Ele mencionou também que as medidas tomadas pelo seu governo para conter o preço dos combustíveis não têm “nada a ver” com as iniciativas da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para a mesma finalidade.
“Não vamos comparar com a política do Bolsonaro porque não tem nada a ver, até porque a situação é totalmente diferente. Nós temos uma guerra. Os Estados Unidos da América do Norte se meteram a fazer uma guerra desnecessária no Irã. Alegando o quê? Que no Irã tinha arma nuclear. Mentira. Eu digo porque eu fui, em 2010, ao Irã fazer um acordo. E fizemos o acordo. E, depois, os Estados Unidos não aceitaram, nem a União Europeia”, afirmou.
Lula frisou que a decisão de zerar a cobrança de impostos federais sobre o diesel, anunciada em 12 de março por ele, tem como pano de fundo o cenário de tensão no Oriente Médio.
O presidente citou a tentativa frustrada de acordo com governadores em torno da redução do ICMS – imposto estadual que incide no preço final dos combustíveis. Inicialmente, o governo propôs que os Estados reduzissem a cobrança do imposto, algo que não foi aceito.
Agora, as tratativas são por uma subvenção, ou seja, um apoio financeiro a importadores de diesel. A subvenção será dada por meio da retenção de parte do Fundo de Participação dos Estados de cada unidade da Federação.
Pelo menos 20 Estados, entre eles o Rio Grande do Sul, já entraram em consenso com o governo federal para conceder esse apoio financeiro à importação de diesel, na tentativa de conter a alta dos preços do combustível no Brasil.
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