Os trabalhadores devem se posicionar como autores na era da inteligência artificial. (Foto: Reprodução)
Para Adriana Schneider, fundadora e CEO da consultoria Humanare, os trabalhadores devem se posicionar como autores na era da inteligência artificial (IA) e ter senso crítico para manter o controle da própria narrativa. “Quando delegamos a capacidade de pensar para uma máquina, só reproduzimos o que ela pensou. Nós que nos tornamos robotizados”, afirma.
Segundo ela, os jovens são os mais vulneráveis a se deixarem levar por IAs e, por isso, incentiva que todos aprendam sobre essa tecnologia, que estará cada vez mais presente no dia a dia das empresas.
Adriana, também curadora do palco Humanare no São Paulo Innovation Week, lembra ainda que não devemos nos deixar levar por relações fictícias com IAs, mantendo o foco nas relações humanas que sejam reais. O festival é uma realização do Estadão, em parceria com a Base Eventos. O SPIW será realizado entre 13 e 15 de maio na Mercado Livre Arena Pacaembu e na Faap.
A especialista também afirma que o retrocesso global visto na adoção de programas de ESG em empresas mostra quais iniciativas eram de verdade e quais existiam apenas por formalidade. Leia a seguir alguns trechos da entrevista que ela concedeu ao jornal O Estado de S. Paulo.
– Como garantir que a inteligência artificial não atropele a inteligência emocional? “A IA coleta informações criadas por nós e responde da forma mais lógica e curta possível, menos trabalhosa para ela. Tem um aspecto que não é curto e nem necessariamente lógico, que é o da dimensão das emoções. Os pensamentos guiam as nossas emoções e as ações. Então, falar de habilidades socioemocionais e de inteligência emocional sem considerar que cada indivíduo é único é muito perigoso. Inclusive, há vários relatos de codependência com a inteligência artificial, como naquele filme Ela (estrelado por Joaquin Phoenix). Muitas pessoas fazem terapia com IAs. Precisamos de relações mais próximas entre as pessoas. Para a IA não atropelar a inteligência emocional, precisamos reconhecer que as relações humanas são mais prioritárias do que as relações com as máquinas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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“Vamos virar robôs se deixarmos a inteligência artificial pensar por nós”, diz fundadora da consultoria Humanare
Os trabalhadores devem se posicionar como autores na era da inteligência artificial. (Foto: Reprodução)
Para Adriana Schneider, fundadora e CEO da consultoria Humanare, os trabalhadores devem se posicionar como autores na era da inteligência artificial (IA) e ter senso crítico para manter o controle da própria narrativa. “Quando delegamos a capacidade de pensar para uma máquina, só reproduzimos o que ela pensou. Nós que nos tornamos robotizados”, afirma.
Segundo ela, os jovens são os mais vulneráveis a se deixarem levar por IAs e, por isso, incentiva que todos aprendam sobre essa tecnologia, que estará cada vez mais presente no dia a dia das empresas.
Adriana, também curadora do palco Humanare no São Paulo Innovation Week, lembra ainda que não devemos nos deixar levar por relações fictícias com IAs, mantendo o foco nas relações humanas que sejam reais. O festival é uma realização do Estadão, em parceria com a Base Eventos. O SPIW será realizado entre 13 e 15 de maio na Mercado Livre Arena Pacaembu e na Faap.
A especialista também afirma que o retrocesso global visto na adoção de programas de ESG em empresas mostra quais iniciativas eram de verdade e quais existiam apenas por formalidade. Leia a seguir alguns trechos da entrevista que ela concedeu ao jornal O Estado de S. Paulo.
– Como garantir que a inteligência artificial não atropele a inteligência emocional? “A IA coleta informações criadas por nós e responde da forma mais lógica e curta possível, menos trabalhosa para ela. Tem um aspecto que não é curto e nem necessariamente lógico, que é o da dimensão das emoções. Os pensamentos guiam as nossas emoções e as ações. Então, falar de habilidades socioemocionais e de inteligência emocional sem considerar que cada indivíduo é único é muito perigoso. Inclusive, há vários relatos de codependência com a inteligência artificial, como naquele filme Ela (estrelado por Joaquin Phoenix). Muitas pessoas fazem terapia com IAs. Precisamos de relações mais próximas entre as pessoas. Para a IA não atropelar a inteligência emocional, precisamos reconhecer que as relações humanas são mais prioritárias do que as relações com as máquinas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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