Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política.
Foto: Mauricio Tonetto/Secom
Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política. (Foto: Mauricio Tonetto/Secom)
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), anunciou, nesta sexta-feira (6), a sua pré-candidatura à presidência da República. O chefe do executivo gaúcho escreve publicação nas redes sociais, junto de uma série de propostas em um “manifesto ao Brasil”. Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política. Ele defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.
“Não estamos diante de uma eleição comum. Estamos diante da escolha entre continuar administrando polarizações ou inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento”, disse em texto divulgado nas redes sociais.
“É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, finaliza a publicação.
Ao citar a necessidade de reequilíbrio institucional, ele defendeu o enfrentamento de “privilégios do setor público” e “anomalias de funcionamento do estado brasileiro”. Leite mencionou os casos da Lava Jato, do Banco Master, além da “farra de emendas” e “penduricalhos” de supersalários.
O governador defendeu a responsabilidade fiscal como “agenda de País”. Também propôs um novo “pacto pela governabilidade democrática” e afirmou que “sem coordenação entre os Poderes, não há reforma estrutural”.
Para o governador, enquanto outras nações planejam estratégias de longo prazo, o País permanece concentrado em disputas ideológicas e sem uma agenda clara de desenvolvimento. “A atual polarização tornou-se um fim em si mesma, o único projeto de país em discussão. Mas o que propomos não é meramente uma ruptura ideológica. É uma reconstrução estratégica”, declarou.
“Precisamos reequilibrar as funções dos 3 Poderes. Com diálogo, transparência e visão de país. Não faz sentido esperarmos resultados diferentes se nosso padrão não muda. Precisamos de um a nova lógica de funcionamento institucional e político que combinem responsabilidade fiscal, metas claras, avaliações constantes de desempenho e foco consistente em educação, segurança, saúde e crescimento econômico com proteção social para famílias brasileiras”, afirmou.
Em relação à produtividade, o governador defendeu a desburocratização, a ampliação de parcerias na área de infraestrutura e uma estratégia nacional de centralidade na educação básica. Além de Eduardo Leite, o PSD tem outros dois possíveis candidatos ao Planalto: os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado, e do Paraná, Ratinho Jr.
No fim de janeiro, ao anunciar que deixou o União Brasil, Caiado publicou vídeo ao lado dos outros dois governadores. Eles anunciaram o compromisso de que o escolhido entre os três teria o apoio dos demais na disputa pela Presidência.
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Governador gaúcho Eduardo Leite anuncia pré-candidatura à Presidência da República
Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política.
Foto: Mauricio Tonetto/Secom
Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política. (Foto: Mauricio Tonetto/Secom)
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), anunciou, nesta sexta-feira (6), a sua pré-candidatura à presidência da República. O chefe do executivo gaúcho escreve publicação nas redes sociais, junto de uma série de propostas em um “manifesto ao Brasil”. Leite reiterou ser uma “terceira via” frente à polarização política. Ele defendeu uma nova relação entre os Poderes e responsabilidade fiscal.
“Não estamos diante de uma eleição comum. Estamos diante da escolha entre continuar administrando polarizações ou inaugurar um novo ciclo de desenvolvimento”, disse em texto divulgado nas redes sociais.
“É com esta convicção, com fé e independência, que coloco meu nome à disposição do país”, finaliza a publicação.
Ao citar a necessidade de reequilíbrio institucional, ele defendeu o enfrentamento de “privilégios do setor público” e “anomalias de funcionamento do estado brasileiro”. Leite mencionou os casos da Lava Jato, do Banco Master, além da “farra de emendas” e “penduricalhos” de supersalários.
O governador defendeu a responsabilidade fiscal como “agenda de País”. Também propôs um novo “pacto pela governabilidade democrática” e afirmou que “sem coordenação entre os Poderes, não há reforma estrutural”.
Para o governador, enquanto outras nações planejam estratégias de longo prazo, o País permanece concentrado em disputas ideológicas e sem uma agenda clara de desenvolvimento. “A atual polarização tornou-se um fim em si mesma, o único projeto de país em discussão. Mas o que propomos não é meramente uma ruptura ideológica. É uma reconstrução estratégica”, declarou.
“Precisamos reequilibrar as funções dos 3 Poderes. Com diálogo, transparência e visão de país. Não faz sentido esperarmos resultados diferentes se nosso padrão não muda. Precisamos de um a nova lógica de funcionamento institucional e político que combinem responsabilidade fiscal, metas claras, avaliações constantes de desempenho e foco consistente em educação, segurança, saúde e crescimento econômico com proteção social para famílias brasileiras”, afirmou.
Em relação à produtividade, o governador defendeu a desburocratização, a ampliação de parcerias na área de infraestrutura e uma estratégia nacional de centralidade na educação básica. Além de Eduardo Leite, o PSD tem outros dois possíveis candidatos ao Planalto: os governadores de Goiás, Ronaldo Caiado, e do Paraná, Ratinho Jr.
No fim de janeiro, ao anunciar que deixou o União Brasil, Caiado publicou vídeo ao lado dos outros dois governadores. Eles anunciaram o compromisso de que o escolhido entre os três teria o apoio dos demais na disputa pela Presidência.
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