Flávio disse que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Flávio disse que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que não discute, neste momento, a formação de um eventual ministério. A fala foi proferida ao comentar a possibilidade de o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro assumir o Itamaraty em um futuro governo. “Não estou pensando em ministro ainda, é uma das referências que tenho”, disse. Eduardo vive nos Estados Unidos atualmente.
Flávio relatou que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo, ressaltou que o deputado “terá peso gigante” na eleição em São Paulo e lembrou que ele está elegível. “É óbvio que ele quer”, afirmou, ao reconhecer que Eduardo poderia disputar um cargo em 2026.
O senador também reafirmou a intenção de anunciar, antes da eleição, o nome que comandaria a área econômica em um eventual governo, como forma de sinalizar compromisso com sua agenda. Sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Flávio disse que ela estará “sempre alinhada” com o que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidir. Na última segunda-feira (24), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse que a cisão na família aconteceu porque Michelle não foi consultada sobre a escolha de Flávio como candidato previamente.
Ao comentar a reunião prevista com deputados do PL, o senador negou que se trate de um “puxão de orelha” e afirmou que a conversa será voltada à organização das estratégias nos Estados.
Flávio avaliou ainda que, nas articulações regionais, o partido adotará critérios distintos. Em alguns Estados, segundo ele, deve prevalecer uma linha mais ideológica; em outros, a lógica partidária e pragmática deverá orientar as alianças.
O senador confirmou nesta quarta-feira (25) que o apoio do partido ao Senado por Santa Catarina será destinado ao ex-vereador Carlos Bolsonaro e à deputada federal Caroline De Toni. A declaração foi dada após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, no Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha.
Segundo Flávio, ele teve uma conversa com o senador Esperidião Amin (PP), que era um dos cotados para a vaga de De Toni no PL. “Conversei com ele ontem no Senado Federal. É uma pessoa que sempre foi muito próxima de nós, vota conosco, pensa como a gente também, mas na política é assim que funciona”, disse.
O senador reforçou que o palanque está definido e que ambos os pré-candidatos são pessoas qualificadas. Flávio afirmou ainda que a escolha de Carlos também passa pelo fato dele ser “apaixonado por Santa Catarina”.
Sobre as articulações para o governo, o filho de Jair Bolsonaro diz que o martelo está batido e o governador Jorginho Mello (PL) tem o apoio da sigla à reeleição.
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Flávio Bolsonaro sobre Eduardo no Itamaraty: “Não estou pensando em ministro ainda; ele é uma referência
Flávio disse que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado
Flávio disse que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo. (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmou que não discute, neste momento, a formação de um eventual ministério. A fala foi proferida ao comentar a possibilidade de o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro assumir o Itamaraty em um futuro governo. “Não estou pensando em ministro ainda, é uma das referências que tenho”, disse. Eduardo vive nos Estados Unidos atualmente.
Flávio relatou que já conversou com o irmão sobre os impactos de uma eventual candidatura majoritária ou função no Executivo, ressaltou que o deputado “terá peso gigante” na eleição em São Paulo e lembrou que ele está elegível. “É óbvio que ele quer”, afirmou, ao reconhecer que Eduardo poderia disputar um cargo em 2026.
O senador também reafirmou a intenção de anunciar, antes da eleição, o nome que comandaria a área econômica em um eventual governo, como forma de sinalizar compromisso com sua agenda. Sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Flávio disse que ela estará “sempre alinhada” com o que o ex-presidente Jair Bolsonaro decidir. Na última segunda-feira (24), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse que a cisão na família aconteceu porque Michelle não foi consultada sobre a escolha de Flávio como candidato previamente.
Ao comentar a reunião prevista com deputados do PL, o senador negou que se trate de um “puxão de orelha” e afirmou que a conversa será voltada à organização das estratégias nos Estados.
Flávio avaliou ainda que, nas articulações regionais, o partido adotará critérios distintos. Em alguns Estados, segundo ele, deve prevalecer uma linha mais ideológica; em outros, a lógica partidária e pragmática deverá orientar as alianças.
O senador confirmou nesta quarta-feira (25) que o apoio do partido ao Senado por Santa Catarina será destinado ao ex-vereador Carlos Bolsonaro e à deputada federal Caroline De Toni. A declaração foi dada após visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, no Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (19º BPM), conhecido como Papudinha.
Segundo Flávio, ele teve uma conversa com o senador Esperidião Amin (PP), que era um dos cotados para a vaga de De Toni no PL. “Conversei com ele ontem no Senado Federal. É uma pessoa que sempre foi muito próxima de nós, vota conosco, pensa como a gente também, mas na política é assim que funciona”, disse.
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