Quatro dos pedidos foram apresentados em 2026 e abordam o caso Master. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
“O Senado da República não tem mais como ficar calado diante do que está acontecendo, o Senado precisa agir porque é corresponsável”, completou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). O pedido ainda não aparece no sistema de protocolo da Casa.
Outras solicitações apresentam como justificativa para a saída do ministro o fato de ele ter sido alvo de sanção dos Estados Unidos, assim como os demais colegas; a sua suposta parcialidade para julgar casos que envolvem a JBS em razão de sua ex-esposa advogar pela empresa; e seu voto pela anulação da delação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, que o citava.
Há pedidos assinados por um ex-deputado estadual do Rio Grande do Sul, Eric Lins Grilo (PL), além de advogados e procurador.
Toffoli deixou a relatoria do caso Master no Supremo após a PF (Polícia Federal) entregar documento em que aponta indícios de crimes do magistrado. Os ministros se reuniram na última quinta e defenderam o colega, mas anunciaram a mudança na condução do processo. André Mendonça assumiu a ação por sorteio.
A cúpula do Congresso e o centrão atuam para blindar Toffoli e afastar a possibilidade de impeachment, apesar de a oposição seguir pressionando pela saída do ministro.
Uma blindagem vinda da cúpula do Congresso é decisiva nesses casos porque o início de um processo de impeachment contra um ministro do STF depende do presidente do Senado.
Antes do caso Master o ministro do Supremo sob mais pressão era Alexandre de Moraes. Bolsonaristas pressionaram ao longo de todo o ano passado para que Moraes, principal responsável pelo julgamento que condenou Jair Bolsonaro (PL), fosse deposto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), porém, não permitiu que o processo fosse inciado.
Na sexta-feira (13), a Federação União Progressista, que une o PP e o União Brasil, e o Solidariedade publicaram notas em defesa do magistrado. A federação afirmou que as “narrativas” enfraquecem a democracia, e o Solidariedade disse que o ministro é alvo de um “linchamento moral”.
Cinco senadores do PP, porém, foram contra a nota e rechaçaram o apoio ao ministro. Eles argumentam que o texto divulgado não foi previamente debatido. O partido tem, no total, oito senadores.
A oposição convocou manifestações contra o presidente Lula, Moraes e Toffoli para o dia 1º de março. Há atos previstos em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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No Senado, o ministro Dias Toffoli é alvo de 10 pedidos de impeachment; PT sai em sua defesa
Quatro dos pedidos foram apresentados em 2026 e abordam o caso Master. (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
“O Senado da República não tem mais como ficar calado diante do que está acontecendo, o Senado precisa agir porque é corresponsável”, completou o senador Eduardo Girão (Novo-CE). O pedido ainda não aparece no sistema de protocolo da Casa.
Outras solicitações apresentam como justificativa para a saída do ministro o fato de ele ter sido alvo de sanção dos Estados Unidos, assim como os demais colegas; a sua suposta parcialidade para julgar casos que envolvem a JBS em razão de sua ex-esposa advogar pela empresa; e seu voto pela anulação da delação do ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, que o citava.
Há pedidos assinados por um ex-deputado estadual do Rio Grande do Sul, Eric Lins Grilo (PL), além de advogados e procurador.
Toffoli deixou a relatoria do caso Master no Supremo após a PF (Polícia Federal) entregar documento em que aponta indícios de crimes do magistrado. Os ministros se reuniram na última quinta e defenderam o colega, mas anunciaram a mudança na condução do processo. André Mendonça assumiu a ação por sorteio.
A cúpula do Congresso e o centrão atuam para blindar Toffoli e afastar a possibilidade de impeachment, apesar de a oposição seguir pressionando pela saída do ministro.
Uma blindagem vinda da cúpula do Congresso é decisiva nesses casos porque o início de um processo de impeachment contra um ministro do STF depende do presidente do Senado.
Antes do caso Master o ministro do Supremo sob mais pressão era Alexandre de Moraes. Bolsonaristas pressionaram ao longo de todo o ano passado para que Moraes, principal responsável pelo julgamento que condenou Jair Bolsonaro (PL), fosse deposto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), porém, não permitiu que o processo fosse inciado.
Na sexta-feira (13), a Federação União Progressista, que une o PP e o União Brasil, e o Solidariedade publicaram notas em defesa do magistrado. A federação afirmou que as “narrativas” enfraquecem a democracia, e o Solidariedade disse que o ministro é alvo de um “linchamento moral”.
Cinco senadores do PP, porém, foram contra a nota e rechaçaram o apoio ao ministro. Eles argumentam que o texto divulgado não foi previamente debatido. O partido tem, no total, oito senadores.
A oposição convocou manifestações contra o presidente Lula, Moraes e Toffoli para o dia 1º de março. Há atos previstos em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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