“Meu sonho seria que ele pudesse gravar os vídeos, dar entrevista com mais tranquilidade”, disse Flávio. (Foto: Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nessa quinta-feira (12) que ainda não sabe como será a participação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em sua campanha eleitoral. Segundo ele, existe a expectativa de contar com algum tipo de colaboração, mas o formato dessa atuação permanece indefinido. Jair Bolsonaro está preso e impedido de usar as redes sociais.
“É uma interrogação … Meu sonho seria que ele pudesse gravar os vídeos, dar entrevista com mais tranquilidade. Não sei como será a participação dele direta”, declarou em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.
Flávio visitou Jair Bolsonaro na quarta-feira (11) e relatou que o pai estava com “muito soluço”. O senador não detalhou as circunstâncias do encontro, mas afirmou que o ex-presidente segue acompanhando o cenário político e demonstrando interesse nas articulações eleitorais.
Estratégia
Ao comentar os planos para a campanha, Flávio afirmou que o pai deverá participar das definições sobre os palanques estaduais, mencionando o que chamou de “feeling político” do ex-presidente. “De vez em quando, têm uns traidores, mas 99% das vezes, ele acerta. Ele falou: ‘Flávio, tem que ser você’”, disse.
O senador declarou que uma de suas estratégias para a disputa presidencial é ampliar o desempenho da direita em Estados nos quais Jair Bolsonaro ficou atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. “A estratégia nacional é aumentar a diferença em relação ao PT que tivemos em algumas regiões. Aumentamos em alguns lugares, mas não foi suficiente. São Paulo é um Estado muito estratégico”, falou.
Flávio reafirmou ainda que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve oferecer um “palanque forte” no Estado. Segundo ele, o raciocínio da campanha é compensar eventuais desvantagens em determinados Estados com melhor desempenho em outras regiões, buscando equilíbrio no resultado nacional.
Em outra entrevista à Jovem Pan, Flávio disse “admirar o ex-ministro” da Economia Paulo Guedes, mas ponderou ainda ser cedo para indicar um nome para um eventual comando da área econômica em seu governo.
“Converso com o Paulo Guedes, estou à procura de um nome, mas só garanto que ele será melhor que o (Fernando) Haddad, vai ser um ministro que entende de economia. Quem vier terá o objetivo de continuar o trabalho do Guedes. Quando eu falo em tesouraço nos impostos, falo em acabar com a burocracia, deixando as questões ideológicas de lado”, afirmou. (Com informações de O Estado de S. Paulo e do portal da revista Veja)
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Flávio Bolsonaro diz que não sabe como Bolsonaro vai participar da campanha eleitoral
“Meu sonho seria que ele pudesse gravar os vídeos, dar entrevista com mais tranquilidade”, disse Flávio. (Foto: Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nessa quinta-feira (12) que ainda não sabe como será a participação do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em sua campanha eleitoral. Segundo ele, existe a expectativa de contar com algum tipo de colaboração, mas o formato dessa atuação permanece indefinido. Jair Bolsonaro está preso e impedido de usar as redes sociais.
“É uma interrogação … Meu sonho seria que ele pudesse gravar os vídeos, dar entrevista com mais tranquilidade. Não sei como será a participação dele direta”, declarou em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan.
Flávio visitou Jair Bolsonaro na quarta-feira (11) e relatou que o pai estava com “muito soluço”. O senador não detalhou as circunstâncias do encontro, mas afirmou que o ex-presidente segue acompanhando o cenário político e demonstrando interesse nas articulações eleitorais.
Estratégia
Ao comentar os planos para a campanha, Flávio afirmou que o pai deverá participar das definições sobre os palanques estaduais, mencionando o que chamou de “feeling político” do ex-presidente. “De vez em quando, têm uns traidores, mas 99% das vezes, ele acerta. Ele falou: ‘Flávio, tem que ser você’”, disse.
O senador declarou que uma de suas estratégias para a disputa presidencial é ampliar o desempenho da direita em Estados nos quais Jair Bolsonaro ficou atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2022. “A estratégia nacional é aumentar a diferença em relação ao PT que tivemos em algumas regiões. Aumentamos em alguns lugares, mas não foi suficiente. São Paulo é um Estado muito estratégico”, falou.
Flávio reafirmou ainda que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve oferecer um “palanque forte” no Estado. Segundo ele, o raciocínio da campanha é compensar eventuais desvantagens em determinados Estados com melhor desempenho em outras regiões, buscando equilíbrio no resultado nacional.
Em outra entrevista à Jovem Pan, Flávio disse “admirar o ex-ministro” da Economia Paulo Guedes, mas ponderou ainda ser cedo para indicar um nome para um eventual comando da área econômica em seu governo.
“Converso com o Paulo Guedes, estou à procura de um nome, mas só garanto que ele será melhor que o (Fernando) Haddad, vai ser um ministro que entende de economia. Quem vier terá o objetivo de continuar o trabalho do Guedes. Quando eu falo em tesouraço nos impostos, falo em acabar com a burocracia, deixando as questões ideológicas de lado”, afirmou. (Com informações de O Estado de S. Paulo e do portal da revista Veja)
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