A cobrança foi interpretada como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central.
Foto: Divulgação/Vinicius Reis/Ascom/SGPR
A cobrança foi interpretada como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central. (Foto: Divulgação/Vinicius Reis/Ascom/SGPR)
“Meu querido Galípolo, vamos baixar essa taxa de juros aí, meu caro”, afirmou. A declaração foi feita em uma entrevista no programa “Bom Dia Ministro”, que é exibido pela EBC, o canal oficial do governo.
A cobrança foi interpretada por petistas como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-braço direito de Fernando Haddad (PT) no ministério da Fazenda, Galípolo tem sido poupado de críticas diretas à taxa Selic em 15%. Chamou atenção o fato de a fala de Boulos ter sido feita em um canal oficial do governo.
Boulos também disse que o governo espera votar o fim da escala 6×1 no primeiro semestre no Congresso Nacional. O ministro salientou que o debate sobre o fim da escala de trabalho na qual os trabalhadores trabalham seis dias da semana e folgam um, está avançando no Congresso e fez a avaliação que a substituição do modelo por uma escala 5×2 aumentará a produtividade da economia e a formalização do trabalho.
“No caso da 6 x 1, em particular, há um avanço para que a gente vote ainda neste semestre o fim da escala 6×1 e consiga dar essa resposta para os trabalhadores”, disse.
O ministro, escalado por Lula para liderar as negociações pelo fim da escala 6×1 e para a regulamentação do trabalho por aplicativo, duas frentes de um novo modelo de trabalho com as quais o PT tem enfrentado dificuldade, afirmou que, com um dia a mais de folga na semana, o trabalhador estará mais descansado e terá tempo para aumentar sua qualificação, elevando a produtividade da economia.
Boulos disse ainda que um modelo com dois dias de folga na semana tornará o trabalho formal mais atrativo para uma parcela crescente que tem rejeitado o modelo com carteira assinada, aumentando, assim, em sua visão, a formalização e ajudando a Previdência Social.
O ministro também colocou entre as prioridades do governo a regulamentação do trabalho por aplicativo e disse que o governo tratará do que chamou de “taxa de extorsão” que as empresas de tecnologia cobram de entregadores e motoristas. O fim da escala 6×1 e a regulamentação do trabalho por aplicativo são apostas do governo Lula no ano em que o petista busca se reeleger para um quarto mandato na Presidência. (Com informações do portal de notícias g1)
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Ministro Guilherme Boulos afirma que juros altos no Brasil só interessam para “banqueiros agiotas”
A cobrança foi interpretada como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central.
Foto: Divulgação/Vinicius Reis/Ascom/SGPR
A cobrança foi interpretada como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central. (Foto: Divulgação/Vinicius Reis/Ascom/SGPR)
“Meu querido Galípolo, vamos baixar essa taxa de juros aí, meu caro”, afirmou. A declaração foi feita em uma entrevista no programa “Bom Dia Ministro”, que é exibido pela EBC, o canal oficial do governo.
A cobrança foi interpretada por petistas como o início de uma nova fase na relação entre o governo e o presidente do Banco Central. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-braço direito de Fernando Haddad (PT) no ministério da Fazenda, Galípolo tem sido poupado de críticas diretas à taxa Selic em 15%. Chamou atenção o fato de a fala de Boulos ter sido feita em um canal oficial do governo.
Boulos também disse que o governo espera votar o fim da escala 6×1 no primeiro semestre no Congresso Nacional. O ministro salientou que o debate sobre o fim da escala de trabalho na qual os trabalhadores trabalham seis dias da semana e folgam um, está avançando no Congresso e fez a avaliação que a substituição do modelo por uma escala 5×2 aumentará a produtividade da economia e a formalização do trabalho.
“No caso da 6 x 1, em particular, há um avanço para que a gente vote ainda neste semestre o fim da escala 6×1 e consiga dar essa resposta para os trabalhadores”, disse.
O ministro, escalado por Lula para liderar as negociações pelo fim da escala 6×1 e para a regulamentação do trabalho por aplicativo, duas frentes de um novo modelo de trabalho com as quais o PT tem enfrentado dificuldade, afirmou que, com um dia a mais de folga na semana, o trabalhador estará mais descansado e terá tempo para aumentar sua qualificação, elevando a produtividade da economia.
Boulos disse ainda que um modelo com dois dias de folga na semana tornará o trabalho formal mais atrativo para uma parcela crescente que tem rejeitado o modelo com carteira assinada, aumentando, assim, em sua visão, a formalização e ajudando a Previdência Social.
O ministro também colocou entre as prioridades do governo a regulamentação do trabalho por aplicativo e disse que o governo tratará do que chamou de “taxa de extorsão” que as empresas de tecnologia cobram de entregadores e motoristas. O fim da escala 6×1 e a regulamentação do trabalho por aplicativo são apostas do governo Lula no ano em que o petista busca se reeleger para um quarto mandato na Presidência. (Com informações do portal de notícias g1)
https://www.osul.com.br/ministro-guilherme-boulos-afirma-que-taxa-de-juros-altos-no-brasil-so-interessa-para-banqueiros-agiotas/
Ministro Guilherme Boulos afirma que juros altos no Brasil só interessam para “banqueiros agiotas”
2026-01-21
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