Ex-presidente cumpre prisão na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. (Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
O CFM (Conselho Federal de Medicina) determinou nessa quarta-feira (7) ao CRM-DF (Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal) a instauração de uma sindicância para apurar denúncias relacionadas à garantia de assistência médica adequada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo nota divulgada pelo Conselho, “declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas” envolvendo o ex-chefe do Planalto “causam extrema preocupação à sociedade brasileira”.
Na madrugada de terça-feira (6), Bolsonaro sofreu uma queda e bateu a cabeça em sua cela na Superintendência da PF (Polícia Federal) em Brasília, onde cumpre prisão após ser condenado a 27 anos e três meses de prisão por participar de um plano de golpe de Estado no País.
O comunicado do CFM também ainda os problemas de saúde enfrentados pelo ex-presidente, que se recupera de novas intervenções cirúrgicas em decorrência da facada sofrida durante a campanha presidencial de 2018.
“O CFM reafirma que a autonomia do médico assistente deve ser soberana na determinação de conduta terapêutica, não podendo sofrer influências de qualquer natureza, por possuir presunção de verdade”, destaca o CFM.
O Conselho Federal de Medicina é presidido desde 2022 pelo ginecologista e obstetra José Hiran da Silva Gallo que, em diversas ocasiões, demonstrou publicamente apoio a Bolsonaro.
Na tarde de terça, o ministro Alexandre de Moraes negou a transferência imediata de Bolsonaro ao hospital. Na ocasião, o magistrado entendeu não haver necessidade de remoção do ex-presidente. Segundo despacho, a PF (Polícia Federal) deveria apresentar ao STF o laudo médico realizado pelos médicos da corporação.
A PF enviou o laudo médico a Moraes ainda na tarde de terça. De acordo com o documento, Bolsonaro apresentou sinais de ter caído da cama durante a noite. O relatório descreve ainda lesão superficial no rosto e a presença de sangue.
Na noite de terça, o cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente, disse à imprensa que Bolsonaro apresentava sinais de apatia, tontura e uma queda na pálpebra esquerda.
“Fiz uma última avaliação no presidente agora, ele estava apático, uma leve queda na pálpebra esquerda, com a pressão normalizada e com sinal de tontura. Sem dor. O próximo é aguardar a liberação para a realização dos exames e imediatamente nos deslocarmos para o hospital, que está de prontidão para recebê-lo”, relatou Caiado. (Com informações da CNN Brasil)
https://www.osul.com.br/conselho-federal-de-medicina-determina-sindicancia-sobre-falta-de-assistencia-medica-a-bolsonaro/ Conselho Federal de Medicina determina sindicância sobre falta de assistência médica a Bolsonaro 2026-01-07
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2026-01-07
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