Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado
Foto: Ton Molina/STF
Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado. (Foto: Ton Molina/STF)
Ele foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado e cumpre pena na Estação Rádio da Marinha, em Brasília.
“AUTORIZO a realização de visita por videoconferência a ALMIR GARNIER SANTOS, desde que atendidas as normas regulamentares da Estação Rádio da Marinha em Brasília (ERMB) onde o réu encontra-se custodiado, pelas pessoas abaixo relacionadas: Thalita Gerpe de Oliveira Garnier Santos, (nora); Laura Gerpe Garnier Santos (neta); Thiago Souza Findlay (amigo)”, disse o magistrado.
O ministro também concedeu o direito à remição de pena por leitura e trabalho interno, benefício que permite ao preso reduzir o tempo da condenação ao ler livros e apresentar resenhas ou relatórios sobre as obras.
“AUTORIZO, também, a inclusão no trabalho interno, bem como o acesso a obras literárias e à matrícula em cursos de nível superior ou profissionalizante, desde que sejam observadas as normas regulamentares e as condições logísticas da Estação Rádio da Marinha em Brasília”, finalizou Moraes.
O almirante cumpre pena na Estação de Rádio da Marinha, no Distrito Federal. Segundo o STF, ele foi o único comandante das Forças Armadas a aderir explicitamente ao plano golpista de Jair Bolsonaro (PL). Provas reunidas pela Corte mostram que Garnier teria colocado tropas da Marinha à disposição do então presidente.
Pesou para a condenação também o desfile inédito de tanques da Marinha na Praça dos Três Poderes, em agosto de 2021, realizado no mesmo dia da votação da PEC do voto impresso no Congresso Nacional. O STF considerou que a ação teria sido planejada nos bastidores do governo para intimidar o Parlamento e incentivar as ondas de ataque às urnas eletrônicas. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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Ex-comandante-geral da Marinha do Brasil é autorizado a trabalhar na prisão
Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado
Foto: Ton Molina/STF
Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado. (Foto: Ton Molina/STF)
Ele foi condenado a 24 anos de prisão por participar de um plano de golpe de Estado e cumpre pena na Estação Rádio da Marinha, em Brasília.
“AUTORIZO a realização de visita por videoconferência a ALMIR GARNIER SANTOS, desde que atendidas as normas regulamentares da Estação Rádio da Marinha em Brasília (ERMB) onde o réu encontra-se custodiado, pelas pessoas abaixo relacionadas: Thalita Gerpe de Oliveira Garnier Santos, (nora); Laura Gerpe Garnier Santos (neta); Thiago Souza Findlay (amigo)”, disse o magistrado.
O ministro também concedeu o direito à remição de pena por leitura e trabalho interno, benefício que permite ao preso reduzir o tempo da condenação ao ler livros e apresentar resenhas ou relatórios sobre as obras.
“AUTORIZO, também, a inclusão no trabalho interno, bem como o acesso a obras literárias e à matrícula em cursos de nível superior ou profissionalizante, desde que sejam observadas as normas regulamentares e as condições logísticas da Estação Rádio da Marinha em Brasília”, finalizou Moraes.
O almirante cumpre pena na Estação de Rádio da Marinha, no Distrito Federal. Segundo o STF, ele foi o único comandante das Forças Armadas a aderir explicitamente ao plano golpista de Jair Bolsonaro (PL). Provas reunidas pela Corte mostram que Garnier teria colocado tropas da Marinha à disposição do então presidente.
Pesou para a condenação também o desfile inédito de tanques da Marinha na Praça dos Três Poderes, em agosto de 2021, realizado no mesmo dia da votação da PEC do voto impresso no Congresso Nacional. O STF considerou que a ação teria sido planejada nos bastidores do governo para intimidar o Parlamento e incentivar as ondas de ataque às urnas eletrônicas. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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2025-12-25
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