Integrantes da família Bolsonaro têm rejeição de ao menos 35%. (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em Brasília em razão de condenação por liderar uma trama golpista e está inelegível, é rejeitado por 45%. É o que mostra pesquisa do Datafolha, que ouviu 2.002 pessoas, com 16 anos ou mais, em 113 municípios, de terça (2) até quinta-feira (4).
Já o presidente Lula (PT) é rejeitado por 44% do eleitorado, e o senador Flávio Bolsonaro (PL- RJ), por 38%, mostra pesquisa Datafolha. O parlamentar anunciou na sexta-feira (5) que foi indicado pelo pai para concorrer à Presidência em 2026.
Os governadores da direita cotados para a disputa apresentam índices de rejeição menores que os da família Bolsonaro.
São 20% os que dizem que não votariam no governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), preferido do centrão para a corrida ao Planalto. Ele ainda não se pronunciou publicamente sobre o anúncio de Flávio.
Os governadores do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), têm índice de rejeição de 21%, e o de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), de 18%.
Após a indicação de Flávio, Caiado afirmou seguir pré-candidato, mas dsse que Jair Bolsonaro “tem o direito de buscar viabilizar a candidatura do senador”.
Já Zema afirmou fazer sentido a pré-candidatura do parlamentar. “Quando anunciei minha pré-candidatura ao presidente Bolsonaro ele foi claro: múltiplas candidaturas no primeiro turno ajudam a somar forças no segundo. Então, faz todo sentido o Flávio apresentar seu nome à Presidência. É justo e democrático”, disse nas redes sociais.
Já na família do ex-presideente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro têm patamar de rejeição semelhantes ao de Flávio, de 37% e 35%, respectivamente.
Herança negativa
Os números indicam que, embora sejam herdeiros naturais do voto bolsonarista, membros da família do ex-presidente também herdam a reprovação ao político.
Eduardo é réu na Justiça em razão da atuação no exterior, retratada na denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) como coação ao Supremo.
Atualmente presidente do PL Mulher, Michelle é aventada pela sigla para concorrer ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições de 2026.
Ela tem medido forças com os enteados ao expor publicamente diferenças na interpretação sobre quem o partido deveria apoiar no próximo pleito, o que levou a sigla a suspender o apoio ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará. As informações são da Folha de S. Paulo e CNN.
https://www.osul.com.br/pesquisa-datafolha-bolsonaro-e-rejeitado-por-45-lula-44-e-flavio-38/ Pesquisa Datafolha: Bolsonaro é rejeitado por 45%; Lula, 44% e Flávio, 38% 2025-12-07
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Já na família do ex-presideente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro têm patamar de rejeição semelhantes ao de Flávio, de 37% e 35%, respectivamente.
Herança negativa
Os números indicam que, embora sejam herdeiros naturais do voto bolsonarista, membros da família do ex-presidente também herdam a reprovação ao político.
Eduardo é réu na Justiça em razão da atuação no exterior, retratada na denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) como coação ao Supremo.
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Ela tem medido forças com os enteados ao expor publicamente diferenças na interpretação sobre quem o partido deveria apoiar no próximo pleito, o que levou a sigla a suspender o apoio ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Ceará. As informações são da Folha de S. Paulo e CNN.
https://www.osul.com.br/pesquisa-datafolha-bolsonaro-e-rejeitado-por-45-lula-44-e-flavio-38/
Pesquisa Datafolha: Bolsonaro é rejeitado por 45%; Lula, 44% e Flávio, 38%
2025-12-07
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