Documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro.
Foto: DGCI/Saps
Documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro. (Foto: DGCI/Saps)
A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde acompanha os surtos da síndrome mão-pé-boca em instituições de educação infantil de Porto Alegre. Na quinta-feira (11), foi emitido um alerta epidemiológico à rede de serviços notificadores da cidade.
O documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro: 19 surtos foram registrados, envolvendo 161 pessoas entre bebês, crianças e adultos. Quinze deles seguem em acompanhamento. Um surto é caracterizado quando três ou mais casos são confirmados no mesmo local. Em 2024, foram notificados 20 surtos, 19 deles investigados.
A síndrome mão-pé-boca é uma infecção contagiosa causada por vírus do sistema digestivo, mais comum em crianças de até cinco anos, mas que também pode afetar adultos.
A transmissão ocorre pelo contato direto entre pessoas, bem como por saliva, fezes, secreções, alimentos, objetos contaminados e pelas próprias lesões de pele. O contágio é mais intenso na primeira semana, mas o vírus pode ser eliminado pelas fezes por até quatro semanas, motivo pelo qual os casos são monitorados por 30 dias.
Não há tratamento específico nem vacina. A doença costuma ser branda e autolimitada, desaparecendo após alguns dias. Quando necessário, podem ser usados medicamentos para aliviar sintomas como dor e febre.
A dentista Letícia Campos Araújo, da equipe que acompanha os surtos na vigilância epidemiológica, destaca que os sintomas mais evidentes são as lesões em mãos, pés e boca e os primeiros sinais costumam ser a dor de garganta e febre. “Em dois ou três dias surgem pequenas feridas avermelhadas nas mãos, pés e boca. Também pode ocorrer mal-estar e perda do apetite”, frisa.
Prevenção
– Lavar as mãos com frequência, especialmente após usar o banheiro e antes de manipular alimentos; – Descartar fraldas e lenços em lixeiras fechadas; – Não compartilhar mamadeiras, copos ou talheres; – Nas creches, reforçar a higiene das mãos durante a troca de fraldas para evitar a transmissão entre crianças; – Manter afastados da escola ou do trabalho os pacientes até o desaparecimento dos sintomas; – Lavar com água e sabão e desinfetar com solução de água sanitária diluída (1 colher de sopa para 4 copos de água) superfícies e objetos que possam ter contato com secreções ou fezes; – Evitar contato muito próximo com doentes, como abraços e beijos; – Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar; – Trocar e lavar diariamente roupas pessoais e de cama de pacientes.
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Casos de síndrome mão-pé-boca em escolas infantis de Porto Alegre são monitorados pela Vigilância em Saúde
Documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro.
Foto: DGCI/Saps
Documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro. (Foto: DGCI/Saps)
A Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde acompanha os surtos da síndrome mão-pé-boca em instituições de educação infantil de Porto Alegre. Na quinta-feira (11), foi emitido um alerta epidemiológico à rede de serviços notificadores da cidade.
O documento aponta aumento de casos entre a segunda quinzena de julho e a primeira semana de setembro: 19 surtos foram registrados, envolvendo 161 pessoas entre bebês, crianças e adultos. Quinze deles seguem em acompanhamento. Um surto é caracterizado quando três ou mais casos são confirmados no mesmo local. Em 2024, foram notificados 20 surtos, 19 deles investigados.
A síndrome mão-pé-boca é uma infecção contagiosa causada por vírus do sistema digestivo, mais comum em crianças de até cinco anos, mas que também pode afetar adultos.
A transmissão ocorre pelo contato direto entre pessoas, bem como por saliva, fezes, secreções, alimentos, objetos contaminados e pelas próprias lesões de pele. O contágio é mais intenso na primeira semana, mas o vírus pode ser eliminado pelas fezes por até quatro semanas, motivo pelo qual os casos são monitorados por 30 dias.
Não há tratamento específico nem vacina. A doença costuma ser branda e autolimitada, desaparecendo após alguns dias. Quando necessário, podem ser usados medicamentos para aliviar sintomas como dor e febre.
A dentista Letícia Campos Araújo, da equipe que acompanha os surtos na vigilância epidemiológica, destaca que os sintomas mais evidentes são as lesões em mãos, pés e boca e os primeiros sinais costumam ser a dor de garganta e febre. “Em dois ou três dias surgem pequenas feridas avermelhadas nas mãos, pés e boca. Também pode ocorrer mal-estar e perda do apetite”, frisa.
Prevenção
– Lavar as mãos com frequência, especialmente após usar o banheiro e antes de manipular alimentos;
– Descartar fraldas e lenços em lixeiras fechadas;
– Não compartilhar mamadeiras, copos ou talheres;
– Nas creches, reforçar a higiene das mãos durante a troca de fraldas para evitar a transmissão entre crianças;
– Manter afastados da escola ou do trabalho os pacientes até o desaparecimento dos sintomas;
– Lavar com água e sabão e desinfetar com solução de água sanitária diluída (1 colher de sopa para 4 copos de água) superfícies e objetos que possam ter contato com secreções ou fezes;
– Evitar contato muito próximo com doentes, como abraços e beijos;
– Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
– Trocar e lavar diariamente roupas pessoais e de cama de pacientes.
https://www.osul.com.br/casos-de-sindrome-mao-pe-boca-em-escolas-infantis-de-porto-alegre-sao-monitorados-pela-vigilancia-em-saude/
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2025-09-12
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