Membros da oposição condenaram a nova decisão, que determina o policiamento na área externa da casa e a revista de todos os carros que saiam da residência de Bolsonaro. (Foto: Reprodução)
Quase 4 mil pessoas se inscreveram para o julgamento dos oito réus do chamado núcleo 1 da suposta tentativa de golpe de Estado, que começa na próxima terça-feira (2) e vai selar o destino do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes do seu governo.
Do total de inscritos para acompanhar as sessões, 501 são profissionais de imprensa do Brasil e de outros países. Todos já estão credenciados para a cobertura. Eles poderão acessar as dependências do Supremo Tribunal Federal (STF) nos cinco dias de julgamento, nas seguintes datas e horários:
* 2 de setembro: 9h-19h * 3 de setembro: 9h-12h * 9 de setembro: 9h-19h * 10 de setembro: 9h-12h * 12 de setembro: 9h-19h
O julgamento ocorrerá na sala de sessões da Primeira Turma do STF e, por ser um espaço limitado, foram reservadas 80 cadeiras para os jornalistas a serem ocupadas por ordem de chegada.
Haverá, ainda, um espaço na área externa do prédio, com telão e cadeiras, para a imprensa acompanhar o julgamento. Apenas repórteres, cinegrafistas e fotógrafos credenciados poderão permanecer nessa área, localizada no térreo do Anexo 2.
Não será permitido o acesso de cinegrafistas e fotógrafos à sala de sessões da Primeira Turma. A Secretaria de Comunicação disponibilizará as fotos no Flickr oficial do STF.
Cada sessão será transmitida ao vivo pela TV Justiça – com possibilidade de captação do sinal pelas emissoras – e nos canais da TV Justiça no YouTube e no app, além do canal do STF.
Serão permitidas transmissões ao vivo no térreo do Anexo 2 e na marquise do edifício principal. É proibido fazer qualquer tipo de imagem ou transmissão ao vivo de dentro do plenário, mesmo por meio do celular.
Réus
Bolsonaro é acusado de comandar ações para fragilizar as instituições e criar um ambiente que garantisse a sua manutenção no poder mesmo após a derrota nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2022.
Alimentar a descrença nas urnas eletrônicas e pôr em xeque a segurança das eleições constava entre as estratégias, segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Além de Bolsonaro, estarão no banco dos réus a partir da próxima terça-feira ex-ministros de sua gestão e militares de alta patente. Eles integram o que a PGR classifica como núcleo 1 da suposta trama golpista.
São julgados no núcleo 1:
* Jair Bolsonaro: capitão do Exército de 1973 a 1988, foi presidente da República de 2019 a 2022;
* Alexandre Ramagem: diretor da Abin no governo de Jair Bolsonaro, foi delegado da Polícia Federal (PF);
* Almir Garnier: comandante da Marinha na gestão Bolsonaro, é almirante de Esquadra da Marinha;
* Anderson Torres: ministro da Justiça no governo Bolsonaro e delegado da PF, era secretário de Segurança do DF no 8 de janeiro;
* Augusto Heleno: ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro, é general da reserva do Exército;
* Mauro Cid: ex-ajudante de ordens da Presidência, era um dos principais assessores de Bolsonaro, é tenente-coronel do Exército;
* Walter Braga Netto: general da reserva do Exército, foi ministro da Casa Civil de Bolsonaro e vice na chapa dele em 2022.
Além desses oito réus, o plano de golpe apontado pela PGR com base em investigação da Polícia Federal (PF), envolve outros 24 acusados, organizados em três núcleos distintos, conforme o papel desempenhando.
Todos respondem por abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
As acusações se apoiam em uma lei sancionada pelo próprio Bolsonaro em 2021, que tipificou de forma mais clara os crimes contra a democracia após a revogação da antiga Lei de Segurança Nacional. (Com informações do portal O Tempo)
https://www.osul.com.br/quase-4-mil-pessoas-pedem-para-assistir-julgamento-de-bolsonaro-no-supremo-lista-inclui-501-jornalistas/ Quase 4 mil pessoas pedem para assistir julgamento de Bolsonaro no Supremo; lista inclui 501 jornalistas 2025-08-29
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Membros da oposição condenaram a nova decisão, que determina o policiamento na área externa da casa e a revista de todos os carros que saiam da residência de Bolsonaro. (Foto: Reprodução)
Quase 4 mil pessoas se inscreveram para o julgamento dos oito réus do chamado núcleo 1 da suposta tentativa de golpe de Estado, que começa na próxima terça-feira (2) e vai selar o destino do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e integrantes do seu governo.
Do total de inscritos para acompanhar as sessões, 501 são profissionais de imprensa do Brasil e de outros países. Todos já estão credenciados para a cobertura. Eles poderão acessar as dependências do Supremo Tribunal Federal (STF) nos cinco dias de julgamento, nas seguintes datas e horários:
* 2 de setembro: 9h-19h
* 3 de setembro: 9h-12h
* 9 de setembro: 9h-19h
* 10 de setembro: 9h-12h
* 12 de setembro: 9h-19h
O julgamento ocorrerá na sala de sessões da Primeira Turma do STF e, por ser um espaço limitado, foram reservadas 80 cadeiras para os jornalistas a serem ocupadas por ordem de chegada.
Haverá, ainda, um espaço na área externa do prédio, com telão e cadeiras, para a imprensa acompanhar o julgamento. Apenas repórteres, cinegrafistas e fotógrafos credenciados poderão permanecer nessa área, localizada no térreo do Anexo 2.
Não será permitido o acesso de cinegrafistas e fotógrafos à sala de sessões da Primeira Turma. A Secretaria de Comunicação disponibilizará as fotos no Flickr oficial do STF.
Cada sessão será transmitida ao vivo pela TV Justiça – com possibilidade de captação do sinal pelas emissoras – e nos canais da TV Justiça no YouTube e no app, além do canal do STF.
Serão permitidas transmissões ao vivo no térreo do Anexo 2 e na marquise do edifício principal. É proibido fazer qualquer tipo de imagem ou transmissão ao vivo de dentro do plenário, mesmo por meio do celular.
Réus
Bolsonaro é acusado de comandar ações para fragilizar as instituições e criar um ambiente que garantisse a sua manutenção no poder mesmo após a derrota nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2022.
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Além de Bolsonaro, estarão no banco dos réus a partir da próxima terça-feira ex-ministros de sua gestão e militares de alta patente. Eles integram o que a PGR classifica como núcleo 1 da suposta trama golpista.
São julgados no núcleo 1:
* Jair Bolsonaro: capitão do Exército de 1973 a 1988, foi presidente da República de 2019 a 2022;
* Alexandre Ramagem: diretor da Abin no governo de Jair Bolsonaro, foi delegado da Polícia Federal (PF);
* Almir Garnier: comandante da Marinha na gestão Bolsonaro, é almirante de Esquadra da Marinha;
* Anderson Torres: ministro da Justiça no governo Bolsonaro e delegado da PF, era secretário de Segurança do DF no 8 de janeiro;
* Augusto Heleno: ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Bolsonaro, é general da reserva do Exército;
* Mauro Cid: ex-ajudante de ordens da Presidência, era um dos principais assessores de Bolsonaro, é tenente-coronel do Exército;
* Walter Braga Netto: general da reserva do Exército, foi ministro da Casa Civil de Bolsonaro e vice na chapa dele em 2022.
Além desses oito réus, o plano de golpe apontado pela PGR com base em investigação da Polícia Federal (PF), envolve outros 24 acusados, organizados em três núcleos distintos, conforme o papel desempenhando.
Todos respondem por abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
As acusações se apoiam em uma lei sancionada pelo próprio Bolsonaro em 2021, que tipificou de forma mais clara os crimes contra a democracia após a revogação da antiga Lei de Segurança Nacional. (Com informações do portal O Tempo)
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2025-08-29
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